Indústrias sofrem com coronavírus

Governador Carlos Moisés da Silva decidiu que segmento devem atuar com número reduzido de funcionários

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Não apenas o comrcio varejista sofre com a chegada do coronavírus em Santa Catarina, mas sim as indústrias também precisaram se adequar. Segundo o decreto do governador Carlos Moisés da Silva, levando em consideração o contágio comunitário da Covid-19, as indústrias deverão operar somente com sua capacidade mínima necessária.

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A Federação das Indústrias do Estado de Santa Catarina (Fiesc) criou uma central de suporte à área para orientar sobre a interpretação do decreto estadual, disseminar práticas para manter a produção e o respeito aos princípios jurídicos fundamentais e responder a dúvidas na área de gestão de pessoas.

De acordo com o vice-presidente da região Sul da Fiesc, Diomício Vidal, o decreto está sendo cumprido. “Desde o começo, as grandes empresas estão acatando o que foi encaminhado pelo governo estadual. Esse documento não agradou algumas empresas, mas será cumprido. Nossa preocupação também é com os clientes, pois com um número reduzido de profissionais, naturalmente acontecerá o atraso na entrega de produtos para clientes, bem como, na exportação. Vamos cumprir este decreto, pois sabemos da importância desta fase de prevenção”, reforça.

Segundo o presidente da Associação Empresarial de Criciúma (Acic), Moacir Dagostin, o decreto afeta de forma direta e indireta as empresas e grandes indústrias. “Para nós é um decreto necessário de prevenção, mas é impossível dizer que ele não afeta nossa região. Por exemplo, sem transporte coletivo não tem como os funcionários das empresas chegarem ao trabalho e a mão de obra reduzida é o que mais preocupa, pois atrasa prazos também”, destaca.

A matéria completa você confere na edição desta quinta-feira.

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Por: Eduardo Souza

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