Há 100 dias parado, setor de eventos planeja retomada

Conforme decreto estadual, retorno deverá acontecer no próximo dia 5 e categoria aguarda ansiosa a liberação das atividades na Região Carbonífera

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O decreto do governador de Santa Catarina, Carlos Moisés da Silva, suspende até o dia 5 de julho a realização de atos que reúnam um número maior de público, como formaturas, festas e entre outras atividades, porém, os reflexos de 100 dias de paralisação já são contabilizados. Mas, uma luz no fim do túnel aparentemente surge com a possível não ampliação do decreto estadual, que encerrará em 14 dias.

Conforme Daiane Savi, empreendedora do ramo de eventos, a expectativa é positiva para essa retomada das atividades. “Trabalhamos com datas e aguardamos ansiosos para que dia 5 chegue e que o decreto do governador se interrompa para que possamos retomar”, afirma.

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De acordo com ela, existe um plano estratégico para a retomada das atividades, que se dá em três etapas. “Esse novo planejamento visa fazer a retomada gradual. Primeiramente com 30% da capacidade dos estabelecimentos, depois em um segundo momento com 50% e depois 75% da capacidade, respectivamente para os meses de julho, agosto e setembro. Além dessa questão de quantidade de pessoas, esse plano veja a manutenção de todos os cuidados, tais como: distanciamento, uso de máscaras e álcool em gel”, disse.

Todos os tópicos foram apresentados por Daiane e outros empresários em uma reunião com os prefeitos da Região Carbonífera, ontem, solicitando o apoio para a execução das atividades. “Fomos muito bem recebidos e explicamos todos os motivos para que a retomada aconteça e eles irão discutir junto dos secretários municipais. Hoje são mais de 50 estabelecimentos no ramo de eventos e que geram diversos empregos diretos e indiretos”, falou.

Prejuízos

Conforme Daiane Savi, muitos problemas já foram acarretados com a ausência das atividades, essas que segundo ela, aconteciam quase que semanalmente. “Estamos economicamente muito abalados, sendo que muitas empresas do nosso setor já fecharam suas portas, além de que registramos demissão de funcionários e a dispensa de algumas pessoas, pois movemos muita gente para realizar um evento”, falou.

A matéria completa você confere no Jornal Tribuna de Notícias desta terça-feira.

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Por: Eduardo Souza
Em: Criciúma

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