Em 2019, região Sul comercializou mais de 21 milhões m3 de gás natural

Comparado ao ano anterior, 2018, segmento residencial foi o que atingiu maior crescimento a nível estadual


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Geórgia Gava/Especial
Criciúma

Um fator propulsor manteve a economia aquecida no ano anterior em Santa Catarina. Os municípios que compõem a Associação dos Municípios da Região Carbonífera (Amrec) e a Associação dos Municípios do Extremo Sul Catarinense (Amesc) fecharam o ano de 2019 com um balanço positivo na área de vendas de gás natural. Somente nessas regiões, foram comercializados 21.405,492 milhões metros cúbicos (m3). O levantamento foi feito pela Companhia de Gás de Santa Catarina, a SCGÁS.

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Os números apresentados pela Amrec apontam 35,7% de participação no volume, enquanto na Amrec, são 1,3%. Em todo o estado catarinense foram aproximadamente 710 milhões de m3, maior número da história. Todos os segmentos de consumo registraram crescimento no ano passado em comparação a 2018, na área industrial foram 1,7%, GNV 2,67%, comercial 3,92% e residencial 5,97%, o que representa crescimento de 2% no volume global.

O município que apresenta o maior número de vendas no Sul é Criciúma, com mais de 10,5 milhões de m3 comercializados. Logo depois vem Cocal do Sul, com quase quatro milhões. Na Amesc, o destaque fica para Araranguá, com mais de 400 mil m3 vendidos. Municípios como Balneário Rincão, Siderópolis, Treviso e Lauro Müller não possuem comercialização de gás natural registrados no ano de 2019.

Expectativas para este ano se mantém altas

Tudo indica que para 2020, os números serão ainda melhores. As tarifas de gás natural inseridas no mercado de Santa Catarina colocam o estado com um dos menores do país. A expectativa da SCGÁS é que haja uma redução no custo pela produção do gás natural, fator impulsionado pela consolidação do processo de abertura de mercado pelo Governo Federal.

Consumo de GNV aumenta expressivamente

O GNV se tornou opção indispensável para aqueles que utilizam os veículos como meio de trabalho ou para aqueles que rodam grandes distâncias nos automóveis. Seja por motoristas de aplicativos ou taxistas, o consumo vem aumentando a cada expressivamente, para este ano, a expectativa é que tenha um aumento ainda maior.

De acordo com a SCGÁS, o resultado da venda média do GNV no ano passado foi 3% superior ao de 2018. “Após atingirmos o recorde de vendas em 2011 (368 mil m³/dia), o congelamento do preço dos combustíveis líquidos para controle da inflação reduziu um pouco a vantagem econômica do GNV, visto que ele continuou tendo suas tarifas atreladas às oscilações do dólar e o preço internacional do petróleo. A retomada que constatamos desde 2016 acontece em razão do efeito inverso daquele cenário: a competitividade tem aumentado com os frequentes reajustes praticados aos combustíveis líquidos”, salienta o gerente de mercado urbano e veicular da SCGÁS, Gustavo Caldas dos Santos.

Dez novos pontos de distribuição do combustível serão divididos em oito municípios catarinenses. “Trabalhamos para ampliar cada vez mais a oferta de GNV e melhorar sua disponibilidade de atendimento aos mais de 105 mil usuários catarinenses”, acrescenta Santos.

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