Criciúma: Passeata do setor de eventos não aconteceu neste domingo

Devido à baixa adesão, empresários do ramo se dispersaram no Parque das Nações, mas apostam em reunião com o Coes amanhã em Florianópolis

Movimento foi baixo em protesto marcado para este domingo (Foto: Divulgação/Notuurno TudoEhFesta)
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A passeata marcada para este domingo do setor de eventos em Criciúma acabou não acontecendo. Empresários do ramo, que pressionam o governo do Estado para a liberação generalizada dos eventos sociais, até se encontraram no Parque das Nações, que seria o ponto de partida da manifestação, porém, devido à baixa adesão, o movimento se dispersou e não saiu em caminhada.

Uma das empresárias do Sul catarinense que é atuante na organização das manifestações, Daiane Savi, lamentou o baixo número de pessoas no protesto organizado para este domingo. Por motivos de saúde, ela própria não pode comparecer, mas informa que amanhã estará reunida com o secretário de Saúde, André Motta Ribeiro, e o Centro de Operações de Emergência em Saúde, em Florianópolis.

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“Devido ao calor, algumas pessoas não compareceram, então não teve a manifestação. Temos reunião amanhã com o Coes e o secretário de Saúde do Estado, com três pessoas do Sul que estarão presentes. A gente sugeriu não fazer a manifestação hoje por causa da reunião, mas o pessoal pediu para ter e acabou não comparecendo”, explicou Daiane.

Segundo Daiane, essa reunião com o Coes e a secretaria de Saúde foi agendada na semana passada, após encontro com o secretário André Motta Ribeiro. “Já fui duas vezes a Florianópolis e por isso estaremos lá novamente. É para rever a situação dos eventos em Santa Catarina”, projeta.

“A gente quer respostas, algo maduro e que realmente vá acontecer. Não promessas que já recebemos há sete meses. É a primeira vez que a gente vai se encontrar com o Coes, então espero que tenhamos uma resposta positiva”, completou Daiane.

A expectativa do setor é para que retornem os eventos sociais em todos os setores e lugares do Estado. Segundo Daiane, os empresários permanecem em dúvidas sobre a proibição das festas e demais atividades econômicas, enquanto outras já foram liberadas.

“A gente espera que possa unificar essas portarias, já que não tem mais isolamento social. Vai ser importante que a gente ganhe uma explicação do Coes para saber como faremos esse possível retorno”, conclui Daiane.

A reportagem tentou o contato com o organizador da passeata de domingo que acabou não acontecendo, mas não obteve retorno.

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