Coronavírus: comércio de portas fechadas após decreto

Comerciantes devem cumprir normativas, quem não acatar decreto será responsabilizado criminalmente

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O governador de Santa Catarina, Carlos Moisés da Silva (PSL), assinou na noite de terça-feira, um decreto com medidas drásticas em todo o território estadual e os reflexos de alguns encaminhamentos já podem ser vistos. Um dos pontos deste documento é a não abertura do comércio em todas as cidades catarinenses.

O decreto do Governo aponta que existem serviços essenciais e não essenciais, estes que podem ser suspensos. Por sete dias estão paralisadas todas as atividades e os serviços privados, a exemplo de academias, shopping centers, restaurantes e comércio em geral. De acordo com a presidente da Câmara dos Dirigentes Lojistas (CDL), de Criciúma, Andrea Gazola Salvalággio, essa medida causa impacto na economia já que estabelecimentos, pois, obviamente, os vendedores não terão para quem vender os comerciantes com quem comprar. “Esse é um decreto sério e devemos cumprir essas normativas impostas do governo estadual. Nunca se imaginou que estaríamos passando por isso, porém o momento nos pede isto, pede que nós lojistas nos previnamos perante a essa situação de calamidade pública”.

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Na opinião da presidente, uma semana sem movimentação econômica causará grandes problemas. “São sete dias sem faturar e isso é muito sério. Vamos seguir as determinações, mas ficamos ansiosos aguardando que os órgãos competentes nos ofertem incentivos, como a redução de impostos e incrementos financeiros após esse período necessário de recessão, até porque temos folha de pagamento para pagar e estrutura que gera despesa também”, pontua.

Na região do Extremo Sul Catarinense a realidade é a mesma. Diversos lojistas fecharam as portas. O presidente da CDL de Araranguá, Everaldo João, comenta que essa não é a primeira crise enfrentada pelo comércio. “Nós somos sempre os primeiros a sofrer com as crises e epidemias. Lamentavelmente temos que seguir essa medida, mas sabemos da sua real necessidade. O comerciante é um guerreiro e sabemos que iremos sair desta. Essa quarentena serve para prevenir algo pior”.

 

A matéria completa você confere na edição desta quinta-feira.

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Por: Eduardo Souza

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