STF: Suprema ditadura

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O ministro Alexandre de Moraes, do STF, voltou a acionar a “espada da censura”, no lugar da “Espada da Justiça”, para proibir o Facebook e o Twitter de publicarem textos de empresários e jornalistas ligados ao presidente Jair Bolsonaro. Um novo ato autoritário de um magistrado mais ágil na prática de flagrantes ilegalidades do que proteção constitucional. E lá está escrito com letras de ouro que não haverá censura prévia.

Alexandre de Moraes está transformado no Tomás de Torquemada do século 21. Ele denuncia, investiga, censura, prende, arrebenta e condena. Tudo monocraticamente, com a triste omissão ou aval dos demais membros daquela que já foi a Suprema Corte do Brasil. E, desgraçadamente, com a cumplicidade do presidente Dias Tóffoli.

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Perigoso e grave. A Constituição foi violada, a censura foi implantada, empresários e jornalistas tiveram cerceada a liberdade de expressão. E não se viu um pio do presidente da Ordem dos Advogados do Brasil, Felipe Santa Cruz. Fácil: o petista só reage quando é para atacar o governo Bolsonaro, ou quando é para proteger corruptos e organizações criminosas, como denunciam procuradores federais. Nenhuma reação da ABI e dos Sindicatos dos Jornalistas contra mais esta monstruosidade do Supremo, o censor da Nação, transformado neste século como o mais desmoralizado da história.

Luciano Hang, o vitorioso empresário que se mata em instalar megalojas pelo Brasil, gerando empregos, aumentando a arrecadação e dinamizando a roda da economia, foi censurado pelo ministro tucano. Por que? Segundo Moraes “para a interrupção dos discursos com conteúdo de ódio, subversão da ordem e incentivo à quebra da normalidade institucional e democrática”. É para debochar ou chorar?

O Supremo Tribunal está virando uma suprema ditadura.

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