Setores apontam carência de profissionais qualificados

Pesquisa realizada pela Acic mostra dificuldades de contratação de mão de obra capacitada na região

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Criciúma

Em todo o Brasil, o desemprego atinge cerca de 11,2% da população ativa – que corresponde a 11,9 milhões de pessoas. Mas na região, em diversas áreas, sobram vagas e faltam profissionais capacitados.

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“As empresas estão investindo. Modernizando os parques fabris e abrindo novas vagas, e não estão encontrando profissionais técnicos. Para ter uma ideia, uma empresa abriu 25 vagas e não consegue preencher por não ter gente adequada na região, profissionais principalmente técnicos”, explica o presidente da Associação Empresarial de Criciúma (Acic), Moacir Dagostin.

De acordo com uma pesquisa realizada pela Acic junto aos sindicatos empresariais, a dificuldade de encontrar profissionais capacitados não se restringe a um setor. Por exemplo, no metalmecânico, o levantamento aponta a necessidade de torneiros, programador e operador de centro de usinagem, soldador, caldeireiro, moldador e fechador (fundição).

Atualmente, as empresas precisam treinar ajudantes de serviços “entre os mais espertos”, em ambientes inadequados e com treinadores despreparados, ou buscar outras alternativas. “Sempre que fazemos a busca por profissionais, a fila de pessoas sem treinamento ou qualificação profissional é sempre bem maior em relação aos profissionais qualificados que procuram uma ocupação. Quem está capacitado geralmente está empregado”, pondera José Carlos Sprícigo, CEO da Librelato e presidente do Sindicato das Indústrias Metalúrgicas, Mecânicas e de Material Elétrico do Extremo Sul Catarinense (Sindimetal).

Ele lembra que as dificuldades em prospectar profissionais capacitados no mercado levam as empresas a desenvolver alternativas próprias para contornar o problema. “A Librelato fez vários treinamentos alinhada com o Senai. Geralmente o investimento é de 50% da pessoa que quer trabalhar e 50% da empresa. Se ele for aprovado, a empresa devolve o que ele pagou”, pontua.

Segundo o executivo, a iniciativa trouxe bons resultados, por isso, a empresa investiu em outro projeto voltado à qualificação de seus colaboradores. “Criamos uma universidade interna, com apoio da Satc. É um modelo muito interessante, de aliar o conhecimento à prática”, descreve.

Confira a matéria completa no Tribuna de Notícias deste fim de semana

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