Moisés perde o primeiro round

Leia a coluna completa no Jornal Tribuna de Notícias


- PUBLICIDADE -

A aprovação por unanimidade do relatório da CPI, que aponta responsabilidade do Governador Moisés, do PSL, no episódio da compra de respiradores no valor de R$ 33 milhões, sem licitação e pagos antecipadamente é uma derrota acachapante para um Governo desgastado e que trabalha para evitar que o primeiro pedido de impeachment, já tramitando na Assembleia prospere. São nove votos a zero em um processo que aponta responsabilidade também de outras 13 pessoas, e que será encaminhado a órgãos como o Ministério Público, Tribunal de Justiça, Tribunal de Contas e Procuradoria Geral da República, já que envolve o Governador. Os integrantes da Comissão trabalharam diuturnamente, ouviram  32 pessoas, em 22 reuniões além da apreciação de 49 requerimentos sobre a convocação de testemunhas e solicitação de documentos e informações. Foram 13 volumes de documentos, totalizando quase 3 mil páginas. O investimento de R$ 33 milhões dos cofres públicos sem que o produto comprado, que poderia estar auxiliando no combate a pandemia de coronavírus fosse entregue é uma questão grave sobre a qual a população exige respostas. O governo de Carlos Moisés, pautado na “nova política” teve em um ano e meio de administração,  sete pedidos de impeachment protocolados na Assembleia Legislativa e pode ter mais um, decorrente da CPI dos Respiradores. Como diria um ex-presidente, nunca antes na história recente do Estado presenciamos fatos semelhantes.

O conteúdo completo você acompanha na edição impressa do Jornal Tribuna de Notícias ou no TN Digital. Leia esta e muitas outras colunas, ligue para o (48) 3478-2900 e assine!

-- PUBLICIDADE --
Compartilhar

NOTA: O TN Sul não se responsabiliza por qualquer comentário postado, certo de que o comentário é a expressão final do titular da conta no Facebook e inteiramente responsável por qualquer ato, expressões, ações e palavras demonstrados neste local. Qualquer processo judicial é de inteira responsabilidade do comentador.