Moisés: equívocos inexplicáveis

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O depoimento prestado pelo presidente do Tribunal de Contas do Estado, conselheiro Adircélio Moraes Ferreira Júnior, ao procurador-geral de Justiça, Fernando Comin, sobre a participação do governador Carlos Moisés da Silva no processo do pagamento antecipado dos R$ 33 milhões à Veigamed, representa um libelo que pesa sobre a imagem do governador na CPI dos Respiradores e, sobretudo, na opinião pública. Foi flagrado outra vez faltando com a verdade. Ali fica claro que o governador Moisés, o ex-secretário Helton Zeferino, e outros, sabiam da compra dos respiradores e tinham posição clara do Tribunal de Contas que o pagamento antecipado só seria possível mediante medidas cautelares, o que não aconteceu.

Inexplicável, porque sempre que indagado sobre o fraudulento processo, o governador tinha o dever de proclamar a verdade num momento de tanta gravidade com esta pandemia. Sendo veraz, não estaria sendo alvo de mais este gigantesco desgaste político.

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Fato semelhante ocorreu em relação a esta novela dos procuradores, que motivou o pedido de impeachment. No ano passado, quando a Assembleia Legislativa aprovou o projeto do governador sobre a reforma administrativa, o deputado Luiz Fernando Vampiro (MDB), que equiparava os salários dos procuradores do Estado aos procuradores legislativos. O governador decidiu vetar a emenda aprovada por unanimidade pelo plenário do Parlamento.

E, depois, Carlos Moisés autorizou a equiparação salarial dos procuradores, baseado em parecer da própria Procuradoria do Estado, interessada no processo. Fez pior: orientou depois seus aliados na Assembleia para derrubada do próprio veto, objetivando legalizar o ato ilegal.  Sofreu pesada derrota.

Nos dois casos optou por um caminho enviesado. Assim, criou crises desnecessárias e abriu fossos numa gestão descontrolada.

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