Moacir Pereira: Dossiê vetou coronel Araújo Gomes

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A decisão do Palácio do Planalto de desconsiderar convites dos ministros da Justiça, Sergio Moro e André Mendonça, ao coronel Carlos Alberto Araújo Gomes para assumir o cargo de secretário nacional de Segurança Pública teve nova versão do site Juscatarina.  O veto teria sido provocado por uma reprodução do ex-comandante da Polícia Militar de um twitter do deputado federal Marcelo Freixo, do Psol, com uma foto do presidente Bolsonaro ao lado de um homem com os traços de Hitler.

Ouvido sobre o fato, coronel Araújo Gomes esclareceu que a retuitada foi um equívoco técnico, que ocorrera por engano, pois trata-se de uma rede social que pouco usava e dominada. E que, constatado o equívoco, providenciou o imediato cancelamento.

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Em Brasília, há outros fatos relacionados com a não nomeação de Gomes para o Ministério na Justiça. A nomeação estava definida. O próprio ministro André Mendonça teria telefonado ao governador Carlos Moisés da Silva formalizando o convite ao comandante da PM, para que o desligamento da corporação fosse tranquilo. Moisés deu aval.

A retuitada teria sido um dos vários fatos ou pretextos usados por grupos que não queriam a confirmação da nomeação.  Entre outras restrições destacaram-se:

1.A vice-governadora Daniela Reihner passou três dias em Brasília tentando falar com o presidente da República para impedir a nomeação. No governo, entrou em rota de colisão com o coronel Gomes por questões pessoais. Não conseguiu ir ao Palácio do Planalto, mas avistou-se com o ministro da Justiça André Mendonça.

2.A realização de um seminário no Centro de Ensino da PM para debate sobre o movimento LGBT também foi apontado como fora das diretrizes do novo governo. Na realidade, o evento destinava-se a mostrar à corporação as tendências e características deste movimento.

3.Um coronel da reserva teria acusado o ex-comandante de firmar contrato com o Instituto Igarapé, financiado pelo bilionário George Soros. O acordo, contudo, segundo amigos de Gomes, já existia quando o governo Moisés assumiu em Santa Catarina.

O coronel Araújo Gomes, consultado, evita falar sobre a polêmica desnomeação e diz que o assunto está superado. Admite, apenas, que forças conservadoras do bolsonarismo catarinense tenham atuado.E que a hipótese de sua candidatura à Prefeitura de Florianópolis tenha influído nas reações à sua nomeação.

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