Karina Manarin: Fôlego para Moisés

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A liminar que o Governador Carlos Moisés da Silva obteve no Tribunal de Justiça, determinando a suspensão do andamento do processo de impeachment na Assembleia Legislativa proporcionou fôlego ao Governo e animou a torcida do governador. A alegação é que houveram equívocos no trâmite na Assembleia Legislativa e há invocação inclusive de uma lei de 1950 para contestar o rito adotado. Pleiteia o Governo que a votação prevista para após a análise da defesa apresentada por ele e pelos outros citados no processo, não seja pelo afastamento dele, mas pela admissibilidade do pedido de impeachment na Casa. Assim, ele terá mais tempo para se defender. Pelo rito colocado, é formada uma comissão de nove deputados, que analisam a defesa e após a elaboração de um Decreto Legislativo, a matéria é analisada em Plenário. Nessa etapa são necessários 27 votos, que podem afastar o Governador por até 180 dias enquanto nova comissão formada por deputados e desembargadores analisa a possibilidade de afastamento definitivo ou não. O argumento principal é a ampla defesa para o Governador que não estaria assegurada segundo a interpretação da assessoria jurídica dele, mesmo com dez sessões para apresentá-la. Quanto mais tempo Moisés ganha, mais visitas e conversas em busca de votos para assegurar que não será afastado.

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