Fôlego para o caso Coopera

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Passo importante ontem na reunião virtual que tratou da situação da migração do fornecimento de energia elétrica da Coopera para a Celesc e que atinge 2 mil unidades consumidoras, chegando a quase dez mil pessoas e que pode resultar em aumento na conta de luz, de de 50% para pessoas físicas e 70% para pessoas jurídicas. O encontro teve a participação de representantes da Coopera, Celesc, Aneel, prefeitura de Criciúma, vereadores e empresas da região abastecidas pela Coopera. O encaminhamento, com aval da Aneel, é que o prazo estabelecido para migração, até dezembro, esteja suspenso enquanto acontecem, tratativas para avaliar cenários visando a solução para o impasse. Sensato, o diretor-geral da Agência de Energia Elétrica, André Pepitone, declarou que há entendimento sobre a situação da Celesc, já que se trata de cenário legal diante do Tribunal de Contas do Estado e da União mas que acredita no bom senso e diálogo de todas as partes para que se chegue a melhor solução. Também ponderou sobre a época complicada por que passa a economia, em função da pandemia de coronavírus. O encontro renovou as esperanças de que se evite a migração, o que vai acarretar em prejuízos para a população já atingida em suas finanças em razão da pandemia de coronavírus. Mesmo assim, não há definição sobre o processo e os líderes da região, que deram exemplo de união ontem, terão que continuar alerta até que haja decisão concreta e assinada. A reunião foi articulada pelo deputado federal Daniel Freitas, do PSL mas os outros três deputados representantes da região, Ricardo Guidi, do PSD e Geovânia de Sá, do PSDB também participaram. O presidente da Coopera, Walmir Rampinelli é outro líder  que se demonstra incansável no trabalho para evitar a migração.

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