Daniel Freitas: “É o momento de voltar a trabalhar”

Deputado federal encaminhou um áudio para o governador de Santa Catarina, Carlos Moisés, pedindo para que ele reavalie a postura perante a quarentena

Foto: Arquivo / Divulgação
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Para Daniel Freitas, já chegou o momento de a classe produtiva “voltar a trabalhar”. O deputado federal, que diz estar recuperado da covid-19 que contraiu semanas atrás, enviou um áudio ao governador Carlos Moisés pedindo para que ele reavalie sua posição perante a quarentena. Segundo o deputado, poderemos entrar em uma crise ainda maior, que irá prejudicar ainda mais pessoas, se nada for feito.

“Estou aqui no papel de alguém que foi infectado pelo vírus, seguiu rigorosamente o que preconiza o Ministério da Saúde, e que agora está plenamente recuperado. Estou pronto para voltar às minhas atividades, e assim como eu, existem milhares de catarinenses e brasileiros saudáveis prontos para produzir”, declarou Freitas.

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Na opinião do parlamentar, Moisés errou em estender a quarentena por mais sete dias, decisão que foi seguida pelo prefeito de Criciúma, Clésio Salvaro. “Acredito que o isolamento vertical é a melhor saída para o momento. O Estado tem o dever de cuidar das duas crises na mesma intensidade: a da saúde e a da economia”, continuou.

Esta é a mesma posição assumida pelo presidente Jair Bolsonaro: isolar os grupos de risco, o que incluem idosos, pessoas com comorbidades e pessoas com saúde frágil. “Esses sim eu tenho a convicção de que o Estado precisa preservar em suas casas” pontuou o deputado.

“Chegou o momento de a nossa classe produtiva voltar a trabalhar. Venho muito preocupado. Amanhã, provavelmente um autônomo não terá um pão para colocar na mesa do seu filho. O micro, pequeno, médio e até grande empresário tomará diversas medidas duras em suas empresas, com demissões em massa”, expôs.

O governador iria seguir nesta linha, reabrindo o comércio a partir da próxima quarta-feira, porém retrocedeu. “O meu intuito é sensibilizar. Espero que ele reavalie a situação, porque caso contrário, a cura irá sair pior do que a própria doença, sob pena de a covid-19 matar mais CNPJs do que CPFs”, afirmou.

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