Bebê de Morro da Fumaça precisa de ajuda para sobreviver

Com pouco mais de ano, Jhully Eduardo Correa precisa fazer duas cirurgias orçadas em R$ 95 mil

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Jhully Eduardo Correa tem apenas um ano e seis meses e, mesmo com pouca idade, sua história é marcada por luta pela sobrevivência. Ela nasceu em dezembro de 2018 e foi diagnosticada com diversas patologias. A pequena precisa realizar uma cirurgia orçada em R$ 95 mil para que algumas limitações sejam superadas.

Jhully, junto de seus pais, Kálita e Yuri, vêm lutando diariamente contra os diagnósticos. Segundo a mãe, a bebê desde o seu nascimento é acompanhada por diversos médicos. “Eu tive uma gravidez de alto risco e depois que ela nasceu, logo fez uma cirurgia no intestino para tirar diversos tumores e foi diagnosticada com diversos problemas. Atualmente temos um acompanhamento mensal de 12 profissionais da saúde, como fisioterapeuta, pediatra, neurologista, cirurgião pediatra, dermatologista, neurocirurgião, cardiologista, entre outros”, contou.

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Entre as patologias, conta a mãe, estão algumas que fazem com que a menina tenha crises convulsivas. “A Jhully sofre com tumores no sistema nervoso central, tumores intracardíacos, linfedema de membros inferiores, desnutrição, manchas hipocrômicas em pele, ectasia de aorta abdominal, cistos renais à direita, entre outros problemas”, disse.

Além disso, segundo Kálita, a menina não come normalmente e sofre de desnutrição grave. “Ela faz uso de sonda nasoenteral em bomba de infusão de uso contínuo, ou seja, diariamente. Além de tomar uma série de medicamentos, entre eles, morfina e gardenal”, relata Kálita.

Só de sondas, ela gasta mensalmente mais de R$ 900. “Temos um gasto com fisioterapia que ultrapassa os R$ 600 e também só de mangueiras para a bomba de infusão são R$ 972, pois são 30 mangueiras ao mês e elas são descartáveis”, relatou.

Bem como, ela tem gastos com diversos exames. “Estamos sempre fazendo tratamento em Tubarão, Florianópolis e precisamos de ajuda para pagar. Gastamos em alguns meses mais de R$ 5 mil”, afirmou.

Município ajuda

Segundo a mãe, o governo do município de Morro da Fumaça colabora com algumas demandas. “Nós somos auxiliados com o transporte sempre que precisamos, além disso, uma vez por mês eles dão uma cesta básica e três frascos de gardenal. A cidade ajuda com descontos em alguns exames que precisamos, por exemplo, quando recebemos uma guia médica no médico particular, levamos até o médico do município, alguns conseguimos pelo SUS e os mais específicos, ele troca a requisição e fizemos particular, mas, obtemos o desconto”, diz.

A secretária de Saúde de Morro da Fumaça, Francieli Maragno, afirmou que a menina não tem solicitação de cirurgia pelo Sistema Único de Saude, o SUS, mas que hoje a família terá uma reunião com o Executivo para ver de que forma o poder público poderá auxiliar no procedimento, pois, o governo do município já auxilia a paciente por meio da Secretaria de Saúde e Assistência Social.

“Provavelmente solicitaremos uma consulta com um gastrocirurgião e encaminharemos uma visita de um profissional da nutrição até a residência, para avaliação”, comenta Francieli.

Cirurgia urgente
Aproveitando o aumento de peso e o outono, a menina precisa fazer duas cirurgias, a de gastrostomia e a de refluxo gastroesofágico. “Como ela usa bomba, ela precisa fazer essas cirurgias para manter um peso adequado e para sair das sondas. Hoje ela está com o peso fora da média. Precisamos fazer que essa cirurgia agora quando pequena, pois se esperar ela crescer, isso a prejudicará muito”.

Orçada em R$ 95 mil, Kálita conta que não tem condições. “Eu e meu esposo estamos morando com meus pais em uma casa adaptada. Antes morávamos de aluguel, mas não tivemos condições de nos manter. Eu e minha mãe vivemos em função da Jhully, e meu pai e meu marido ficaram desempregados e a situação está muito difícil”, destaca.

As doações para a realização podem ser feitas por meio de uma vaquinha solidária [https://www.vakinha.com.br/vaquinha/somos-todos-jhully-kalita-da-rosa-correa], porém, qualquer outro tipo de ajuda é bem-vinda. “Alimentos, roupas, tudo o que vier, é bem-vindo para a nossa família. A Jhully usa fraldas e roupas G, só que as fraldas precisam ser da pampers, huggies, mamypoko, pois ela tem problema de pele e é alérgica e essas não têm perfume”, conclui a mãe.

Doações:

(48) 9-9922-3185
(48) 9-9114-9515
@jhully_eduardo
@correa_kahh

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Por: Eduardo Souza
Em: Morro da Fumaça

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