A eleição sinaliza a renovação

Maioria dos municípios da Amesc terá novo prefeito, enquanto na Amrec exatamente metade das cidades opta por alteração

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Tiago Monte

A tendência iniciada na eleição presidencial de 2018 foi mantida no pleito municipal: a renovação dos líderes do Executivo. Nos 27 municípios que compõem a Associação dos Municípios da Região Carbonífera (Amrec) e Associação dos Municípios do Extremo Sul (Amesc), apenas nove prefeitos foram reeleitos: Balneário Rincão, Criciúma, Morro da Fumaça, Nova Veneza, Orleans, Urussanga, Meleiro, São João do Sul e Timbé do Sul.

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Nas demais cidades, novos prefeitos assumirão a cadeira, a partir de janeiro de 2021. Na Amrec, chama a atenção os casos de Cocal do Sul, Forquilhinha, Içara e Siderópolis, onde os prefeitos não concorriam à reeleição e os candidatos que eles apoiavam acabaram sendo derrotados pela oposição.

Em Cocal do Sul, a vitória ficou com Fernando de Fáveri. Ele superou Aninha, que era apoiada por Magagnin, e Adriano Possamai Della. O caso de Forquilhinha foi mais emblemático, pois o prefeito Dimas Kammer apoiou o candidato Geovane de Godoi, enquanto o partido (PP) esteve ao lado de Lei Alexandre. Ambos acabaram derrotados por Neguinho.

Em Içara, Dalvânia Cardoso será a primeira mulher a assumir o comando da cidade. Ela superou Alex Michels e o candidato do MDB, partido do prefeito Murialdo Gastaldon: Arnaldo Lodetti Junior. Já a situação de Siderópolis foi uma das mais disputadas das duas regiões. O vice-prefeito Xande Feltrin perdeu, com uma margem pequena de votos, para Franqui Salvaro.

 

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