Xeque-mate

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O xadrez da política catarinense fica cada vez mais complexo. Ao acusar o presidente da Assembleia, Julio Garcia, de promover o processo de impeachment com a meta única e exclusiva de virar governador do Estado, Moisés e Daniela jogaram todas as suas fichas no que seria a pretensão pessoal de Garcia e da “velha política” que estaria por trás dele. No entanto, quando entra no tabuleiro a operação Alcatraz que pode tirar Garcia da linha sucessória, o jogo passa a ser jogado na direção do presidente do Tribunal de Justiça, Ricardo Roesler. Supondo que o presidente da Assembleia deixe o tabuleiro, Moisés e Daniela continuarão batendo na tecla de que o impeachment está sendo promovido apenas e tão somente para levar os antigos poderosos de volta à Casa d’Agronômica? Vão acusar o presidente do TJ de estar defendendo interesses pessoais ou de grupos políticos? Ou seja: se não for xeque com Garcia, poderá ser xeque-mate com Roesler.

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