Tá na cara

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A imprensa brasileira, aquela que torce para o coronavírus ficar matando até o fim deste governo, informa que na Itália, França e Reino Unido estão registrando média de 800 a 1.000 infectados por dia,  o que para eles já seria  uma segunda onda.

Vamos lá, ainda não existe vacina para o vírus e mil habitantes por país, equivale, digamos, a dez pessoas por bairro em Criciúma.  Não estamos lá para checar a veracidade desses números que, no Brasil, com milhares de provas, foram criminalmente alterados para causar pânico e enfraquecer o presidente Jair Bolsonaro, que desde o começo considerou uma “gripezinha”, abraçava  pessoas, não usava máscara, pegou o vírus, tratou-se se em casa com cloroquina,  o  remédio que a mídia contrária jurava que causava sérios problemas colaterais,  e 12 dias depois estava na rua, sem máscara, sendo ovacionado nas cidades do norte-nordeste onde foi inaugurar obras. Mais do que isso, no último final de semana tirou um cálculo da bexiga ficando dois dias hospitalizado em São Paulo.

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Me digam uma coisa: qual é o interesse de saber desses números irrisórios em grandes países da Europa, com a mídia brasileira adorando falar em segunda onda, mesmo antes da primeira ser vencida? A resposta é fácil: parar o país e desestabilizar o governo. Sem a Covid-19 já estavam todos desempregados.

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