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Decorridos mais de dez dias do atentado em Criciúma, fica a impressão de que o coronel da reserva PM/SC, Cosme Manique Barreto (Podemos), candidato derrotado à Prefeitura de Criciúma, teria largado na frente pela disputa por uma vaga à Assembleia Legislativa.  Recém chegado a política, conseguiu captar o sentimento de indignação da região alertando que o teatro armado pelo colegiado de segurança pública comandado por Moisés e Salvaro, não resultaria em nada. Profetizou, em voz alta, que se investigava o roubo, que alguns membros de organizações criminosas seriam presos e logo seriam soltos para usufruírem os milhões amealhados na ação. O Sul do Estado,  com 20% dos representantes da Alesc, não se mobiliza, o ocorrido já teria virado manchete antiga frente às das vacinas e de mais uma crise do carvão que se avizinha. A Região Carbonífera conta também com igual proporção de representantes na Câmara de Deputados onde, até agora, nenhuma voz levantou a tese de terrorismo. A sensação que fica é que o crime compensa se o fruto do roubo for acima de alguns milhões, para poder bancar os melhores advogados, levando o caso às cortes superiores. Torço para estar, mais uma vez, enganado, mas até as fotos do policial gravemente atingido tem diminuído nas redes sociais, virando notinha de rodapé.

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