O preço da liberdade

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Para o secretário de Turismo do Estado de São Paulo, catarinense Vinicius Lummertz, a crise mundial não é mundial;  é do ocidente, das democracias ocidentais, dos lugares aonde há liberdade de fala e de imprensa que viraram circos eleitorais, midiáticos, rasos, frívolos e infantis , prova disso é o próprio conceito de “celebridades”. Ou seja, a liberdade das democracias virou  seu próprio veneno quando a ignorância e a estupidez radicais são celebradas como força social, e para nossa surpresa a grande imprensa “livre” do mundo “livre” embarcou nessa por interesse ideológico de esquerda e bolso de direita. Eles estão cuidando da vida deles, nós é que estamos falhando, pois eles têm planos e nós no ocidente não temos’. Para Lummertz, cuja inteligência nunca foi colocada em dúvida, democracias são, pois, fatos históricos recentes e o sufrágio universal tem 60 anos, apenas. “O pós-segunda guerra com a vitória das democracias liberais sobre os nacionais socialistas fascistas e a vitória na Guerra Fria foram demonstrações da vitalidade das tais democracias.  Tão fortes, sim, com uma única capacidade, inclusive, na era das redes sociais: a capacidade de autodestruição.  Há tempo de reverter o quadro? – Sim, mas o ponto de partida tem um condicionante: consciência do problema de que, como disse o antropólogo Lévi Strauss, francês, apaixonado pelo nosso país, “que o Brasil não envelheça antes de amadurecer” – e se quisermos um exemplo de involução explícita é só olhar para o lado , porque a Argentina é o que não queremos e nem poderemos ser . E , não deixaremos de sê-lo aos berros , mas sim pela inteligência estratégia de nação e país”.

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