É Tudo Verdade

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O manifesto dos diretores brasileiros do Festival ‘É Tudo Verdade’, que ocorreu semana passada, foi um verdadeiro bálsamo para os ouvidos dos Conservadores que acusam os produtores culturais progressistas de viverem as custas de verbas públicas (mamatas) em contrapartida do engajamento político e ativismo ideológico. “A atividade audiovisual está paralisada desde março, com a suspensão de todos os recursos públicos para a produção de filmes e séries. Isso tem provocado uma taxa crescente de desemprego. É devastador o impacto sobre a vida e as finanças dos profissionais, entidades e empresas diretamente envolvidas no setor. O Brasil tem mais de quatro milhões de confirmados com coronavírus e nenhum final à vista para a mais aguda emergência sanitária do século.”  Além da reinvenção de seus negócios, que tal se esta turma  oferecesse projetos para empresários liberais ? Espertos, sabem que o setor produtivo nacional está cansado de se ver retratado como vilões e exploradores de mão de obra, da condenação ao lucro, da retórica que questiona a sagrada propriedade privada e do inchaço do Estado. Os tempos mudaram, a esquerda não para de gritar, o monstro dos seus pesadelos tem nome: Carteira de Trabalho.

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