Coronavírus do Vinho

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Pipocam nas redes sociais, e foi notícia ontem no BG da NDTV,  fotos e denúncias  sobre o recebimento de sementes (brindes), vindas junto com encomendas  provenientes da China. Santa Catarina já convive com a proliferação de pinus, saguis, caramujos e mexilhões exóticos. A Europa sabe muito bem o perigo que isso representa. Com o barco a vapor, pessoas passaram a ter condições de deslocamento pelos Oceanos. Em 1858, numa dessas viagens alguém levou mudas doentes de uvas americanas para a França. Elas continham um afídeo, espécie de pulgão de raiz, chamado Filoxera, causador da murchidão dos vinhedos. Levaram 20 anos para descobrir a forma de como cultivar novamente as vinhas, mesmo com a praga. Em 1880, começou a gigantesca tarefa de “reconstituição” das vinhas francesas. Incontrolável, devastadora e sem um antídoto, até hoje a Filoxera foi uma espécie de coronavírus do vinho. Muito cuidado com o ‘cavalo de tróia’ chinês.

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