A polêmica das cotas

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A lei de cotas para negros ,em vigor há seis anos, com prazo para vigorar por mais quatro anos, tem recebido muitas críticas, porque estaria aumentando o preconceito de que os negros não seriam  tão capazes quanto os brancos e que, portanto, necessitariam de uma ajuda extra para poderem se qualificar para o mercado de trabalho. Com entendimento diferente, a Câmara de Pós-graduação da UFSC/SC aprovou reserva de cotas para as vagas de pós- graduação, mestrado e doutorado, sendo 20% para negros e 8% para os socialmente vulneráveis. Diga-se, primeiramente, que após cinco  ou seis  anos de universidade, supõe-se que o negro já tenha superado as alegadas desvantagens e esteja em pé de igualdade  para disputar uma vaga num curso de pós-graduação. E se ele já possui o mestrado, nada justifica a concessão de regalia para disputar vaga num doutorado.

Porém, se assim não é, cabe uma pergunta: por que destinar 20% dessas vagas para os negros e somente 8% para os brancos em situação de vulnerabilidade social? Em outras palavras, os brancos em  situação de vulnerabilidade social merecem menos apoio do que os negros?

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