A morte do volante

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Notícia triste, não para os avaianos, que perderam o último clássico do ano, mas para os torcedores de Criciúma, os que, como eu, o viram jogar com a camisa do Esporte Clube Metropol em 1968 na memorável campanha do time catarinense na Copa do Brasil, onde eliminamos os campeões gaúchos e paranaenses, Grêmio e Água Verde, respectivamente, e pegamos o Botafogo do Rio nas semifinais.

Morreu domingo, em Campinas, São Paulo, aos 74 anos, o volante Carbone, que depois do Metropol,  jogou no Internacional de Porto Alegre, no Botafogo do Rio, na Seleção Brasileira  e foi  técnico campeão pelo Fluminense. Estava internado desde a última quarta-feira e foi vítima de um câncer fulminante descoberto no início do mês. Rubens, Veve, Adailton, Di e Ortunho. Joel e Carbone. Marcio, Idésio, Madureira e Toninho.  Esse era o timaço que eu não esqueço.  Narrei com 13 anos de idade, todos os jogos do Metropol pela Taça do Brasil. Inclusive no Maracanã contra o Botafogo, com um monte de microfones famosos em cima de mim para registrar o mais jovem locutor esportivo do País.

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Benefícios

Prefeitura e Câmara de Vereadores de Criciúma aprovaram no apagar das luzes de 2020, a  Lei Complementar  379, de 21/12, prevendo auxílio aos micro e pequenos empreendedores locais fortemente atingidos pela pandemia. A Lei entrará em vigor a partir do dia 1º de janeiro beneficiando mais de duas mil empresas.

Os também criciumenses, os deputados Ricardo Guidi (Federal) e Vampiro (Estadual) são autores de importantes leis que financiam as dívidas de empreendedores atingidos pelos decretos e portarias, pelo período de até 10 anos.

Parabéns aos políticos de Criciúma, um oásis de empatia.

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