A bandeira que afunda

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Acabam de me dizer que São Paulo usa os seguintes critérios (na verdade, o termo técnico é métrica) para definir qual a bandeira a ser usada na pandemia num determinado período: 1) taxa de ocupação de leitos em UTI com Covid; 2) leitos de UTI disponíveis para Covid por 100 mil habitantes; 3) número de novos casos nos últimos sete dias comparado com o ocorrido na semana anterior; 4) número de novas internações nos últimos sete dias comparado com a semana anterior; 5) número de óbitos nos últimos sete dias comparado com a semana anterior.

Com base nesses critérios, em todo o Estado de São Paulo hoje a bandeira é amarela. Em Santa Catarina, os critérios são os seguintes: 1) número de casos ativos versus semana anterior; 2) casos ativos versus intensidade do fluxo; 3) casos confirmados frente casos suspeitos; 4) percentual de casos ativos face população; 5) leitos ocupados com Covid por leitos disponíveis para Covid; 6) percentual de profissionais afastados por Covid; 7) leitos de Covid ocupados por leitos ativos; 8) óbitos em comparação com a população.

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A bandeira aqui em Santa Catarina é vermelha. Dito assim, conclui-se que a situação do Covid em Santa Catarina é pior que a de São Paulo. Todavia, não é, pois a taxa de mortalidade (mortes a cada 100 mil ) e a taxa de letalidade (mortes por infectado) em Santa Catarina são mais baixas do que São Paulo. Dados: mortalidade: SP 97,3; SC 64,2 e letalidade: SP 3,3%; SC 1,0%).

O caso é que o assunto é enrolado e nem os especialistas se entendem. O final da história é que em São Paulo o turismo nada de braçadas, enquanto aqui ele se afunda…
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