Prefeitura e 4º BBM alinhados com relação a novo quartel

Em primeira avaliação, partes aprovam terreno no Bairro Santa Bárbara para construção de novo batalhão

Foto: Lucas Colombo/TN
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Lucas Renan Domingos

Criciúma

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No que depender da Prefeitura de Criciúma e do comando do 4º Batalhão do Corpo de Bombeiros (4º BBM), em Criciúma, a corporação tem tudo para deixar a atual instalação nos próximos anos e construir uma nova sede no Bairro Santa Bárbara. Depois que a Câmara de Vereadores aprovou para que o Governo Municipal receba um terreno no bairro como forma do pagamento de uma dívida da Expresso Coletivo Forquilhinha, as partes têm mantido o discurso de que, em uma análise prévia, a área é adequada para receber a construção do batalhão.

Em conversa com o prefeito Clésio Salvaro, o comandante do 4º BBM, tenente-coronel Gustavo Eustáquio, não escondeu o desejo de erguer a nova estrutura no espaço de 8 mil metros quadrados que agora é de propriedade da Prefeitura. Ao mesmo tempo, reforça que isso só irá acontecer caso o imóvel obedeça a todas as exigências necessárias.

“Informalmente, posso dizer que o comando local é favorável. Só que não basta a minha análise. Tem que haver a conferência de todas as viabilidades técnicas, construtivas, ambientais. Por ora, existe o interesse da prefeitura e do Corpo de Bombeiros, mas precisa atender todas essas viabilidades”, contou o comandante.

O próprio Eustáquio realizou uma inspeção do terreno com drones e chegou à conclusão que o imóvel comporta o projeto do batalhão. “Vou encaminhar esse material para os canais de comando e aguardo a formalização da prefeitura. Porque o prefeito ficou de regularizar todas as documentações e depois nos repasse. Inclusive, ele mesmo tem a intenção de tratar isso diretamente com o governador, para que todo o processo já comece no âmbito do Governo de Santa Catarina”, acrescentou.

Canal auxiliar e o Fonplata no caminho

Pelo lado da Prefeitura de Criciúma, o prefeito Salvaro também é seguro do desejo de disponibilizar o terreno ao Corpo de Bombeiros. Conforme o chefe do Executivo criciumense, a negociação em aceitar a área como forma de pagamento de uma dívida tributária já teve como principal razão ceder a área ao batalhão.

No momento, o que impede a entrega do terreno à corporação seria obras que deverão ser realizadas no local. “O canal auxiliar vai interferir naquela região. Tem o Fonplata, que está para ser licitado que também vai precisar de obras próximas ao terreno. Um exemplo é um córrego que vem do Bairro São Luiz e passa no imóvel que precisará ser desviado”, argumentou Salvaro.

“Assim que estiver tudo pronto, vamos tratar dessa negociação com o Corpo de Bombeiros. Há um entendimento de ambas as partes que é um bom local, bem localizado, fácil acesso e com saídas rápidas para o atendimento de ocorrências”, concluiu.

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Por: Redação
Em: Criciúma

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