Meningites bacterianas descartadas

Casos suspeitos estavam sendo acompanhados em Criciúma e Içara, mas exames apontaram negativo para a doença

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Lucas Renan Domingos

Criciúma/Içara

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Duas suspeitas de meningite foram descartadas na tarde de ontem nas cidades de Içara e Criciúma. Os casos estavam sendo acompanhados pela Secretaria de Saúde dos municípios, mas exames do Laboratório Central (Lacen) deram negativos para a doença em ambas as situações.

Em Içara, a prefeitura informou que um aluno, de três anos, do Centro de Educação Infantil (CEI) Alegria do Sabor, no bairro Presidente Vargas, está hospitalizado desde terça-feira, mas já saiu do isolamento e passa bem. A suspeita era que a criança estivesse com meningite meningocócica, o que não se confirmou.

“O aluno segue hospitalizado e sendo acompanhado, mas não está com meningite. Ele foi acometido por outra doença que ainda estamos esperando sair um novo exame”, informou a secretária de Saúde de Içara, Jaqueline dos Santos. Ao saber da suspeita, o governo municipal chegou a informar que os demais alunos da sala que a criança estuda receberiam medicação profilática.

“Com o resultado negativo, não foi necessário. Hoje (à noite) nos reunimos com os pais da escola e explicamos toda a situação. Retiramos dúvidas, repassamos as orientações de prevenção, sintomas e a procura por atendimento. Os pais ficaram até mais tranquilos com o resultado negativo”, acrescentou a secretaria.

Na última sexta-feira, na Escola Quintino Rizzieri, no Centro de Içara, uma aluna foi diagnosticada com suspeita de meningite. Neste caso a Secretaria de Saúde segue aguardando resultados do Lacen. “Essa criança já voltou para a aula, inclusive. Provavelmente ela foi teve uma meningite viral, que é menos agressiva”, ressalto Jaqueline.

Criciúma

Em Criciúma, a Vigilância Epidemiológica também descartou a possibilidade de um menino, de um ano e três meses, frequentador do CEI Gerda Becke Machado, no bairro Nossa Senhora da Salete, estar com meningite do tipo bacteriana. A criança está internada em Joinville, por opção dos pais.

“Foi descartada a meningococemia, forma mais grave da doença. Outros exames ainda seguem em análise para a conclusão do diagnóstico e a Vigilância Epidemiológica segue monitorando o caso”, disse em nota a vigilância criciumense. Neste caso, profissionais também se reuniram com os pais da CEI para passar orientações e esclarecimentos e também descartaram a realização de medicação nos demais alunos.

 

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