Sem pagamento, servidores de Treviso podem paralisar atividades

Administração já havia avisado que o salário, normalmente pago no dia 1º, não seria efetuado. Prefeito coloca culpa no desequilíbrio da dotação orçamentária

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Treviso

A nota divulgada na noite de segunda-feira era mais uma mostra da situação financeira enfrentada pela Prefeitura de Treviso. O comunicado de que o salário dos servidores públicos não seria efetuado no dia 1º, como é habitual, esquentou ainda mais a relação entre o Governo Municipal e a Câmara de Vereadores. E o tempero a mais é a participação do Sindicato dos Trabalhadores do Serviço Público Municipal (Siserp), que levará o caso para a Justiça.

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Pela manhã, o prefeito de Treviso, Jaimir Comin (PP) se reuniu com a presidente do Siserp, Jucélia Vargas, e outros integrantes do sindicato, e explicou que o pagamento dos funcionários municipais deverá atrasar em virtude do desequilíbrio na dotação orçamentária. O chefe do Executivo garantiu que o Município possui dinheiro em caixa para honrar com os salários dos servidores, mas não tem o que fazer sem a aprovação do Legislativo.

Ainda ontem, Comin foi ao Tribunal de Contas, onde buscou um decreto emergencial, tirando 25% de cada peça orçamentária para realizar o pagamento. A expectativa é que uma resposta seja dada ainda hoje. “Mas ainda assim vamos depender da transposição da dotação para empenhos futuros”, afirma o prefeito.

Leia a matéria completa no Tribuna de Notícias desta quarta-feira

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