Salvaro quer reunião com a Casan por redução de tarifas

Segundo o prefeito, não é justo que se cobre o mesmo valor do restante do Estado, se os custos para operar em Criciúma são menores

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Criciúma

Depois de sugerir um possível rompimento com a Companhia Catarinense de Águas e Saneamento (Casan), devido ao não reconhecimento da nova agência reguladora e o encerramento da cobrança da taxa de lixo na fatura, o prefeito de Criciúma, Clésio Salvaro (PSDB), destacou que a situação entre o município e a estatal está resolvida. Mesmo assim, ele continua buscando mudar os valores cobrados ao consumidor.

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O prefeito pediu para a presidente da Casan, Roberta Maas, uma reunião de urgência com técnicos da estatal, para que seja apresentado um novo cálculo de cobrança. Segundo Salvaro, com o início dos trabalhos do Consórcio Intermunicipal de Saneamento Ambiental (Cisam-Sul) como agência reguladora do município, foi constatado que os custos da empresa são menores do que em outras localidades.

“Não vamos falar em rompimento, mas vamos aplicar uma tarifa que não seja universal. A Casan aplica uma tarifa que vale para todo o território catarinense. Mas nem sempre o custo para operar numa região ou numa cidade é mesmo do que de outra cidade. Em Concórdia, por exemplo, a água é toda bombeada. E a tarifa de água é possível mensurar. Quanto gasta de mão de obra, de produtos químicos, de energia. E hoje, a tarifa é universal. A Casan cobra uma tarifa que vale para o Estado todo”, explica.

E assim como no caso da agência reguladora, Salvaro não descarta entrar na justiça por uma solução. “Queremos que se aplique a tarifa do custo real. Claro que é possível. Eu conversei com a presidente Roberta, pedi que marcasse uma reunião com os técnicos urgente. Porque queremos definir o valor da nossa tarifa. E queremos que participem os técnicos da Casan. Naturalmente, se não houver a busca do entendimento, nos resta judicializar. Mas acredito na boa intenção da Casan de aplicar a tarifa diferenciada, o que é justo”, destaca.

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