Pedido de CPI da Afasc é protocolado na Câmara

Intenção é apurar a gestão financeira da instituição entre 2013 e 2019

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Criciúma

Os últimos episódios envolvendo a Associação Feminina de Assistência Social de Criciúma (Afasc), como o desvio de carnes que teria sido feito por uma ex-funcionária, motivou a criação de uma CPI. O vereador Arleu da Silveira (PSDB) e outros parlamentares protocolaram o pedido para apurar a gestão financeira da instituição entre 2013 e 2019.

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Mesmo sendo representante do Governo Municipal na Câmara de Vereadores, Arleu garantiu que a intenção da CPI é apontar os possíveis desvios de rota da instituição e corrigi-los. “A ideia é fazer uma fiscalização, com muita transparência, e se tiver algo de errado, que se corrija a rota. E as coisas que estiverem certas, que se mantenha como está”, destacou o proponente da CPI. Deverão ser investigadas as gestões de 2013 a 2016, quando a Afasc era presidida pela primeira-dama Bebel Búrigo, e de 2017 aos dias atuais, com a presidência de Adriana Salvaro.

Além de Arleu, o pedido tem a autoria de Aldinei Potelecki (Republicanos) e Antônio Manoel (MDB). Também assinaram os vereadores Dailto Feuser e Moacir Dajori (PSDB), Tita Beloli e Paulo Ferrarezi (MDB) e Jair Alexandre (PSC). Para que a CPI seja oficializada, ainda é necessária a leitura do requerimento em plenário, o que está previsto para ocorrer na sessão de hoje, na Câmara.

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