Sobe número de mortes por afogamento em água doce

Nesta temporada de verão, já são cinco óbitos registrados na Região Carbonífera e Extremo-Sul. No mar, há cinco anos não ocorre esse tipo de fatalidade

Foto: Imagem ilustrativa

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O verão característico, com dias quentes e ensolarados, incentiva as pessoas a realizarem passeios na praia, às margens de lagoas ou na beira dos rios. As condições que se mostram tão favoráveis podem esconder perigos e transformar um momento de lazer em tragédia. É por isso que é preciso atenção e cuidado ao frequentar e, principalmente, banhar-se nesses locais. No Sul do estado, o número de óbitos provocados por afogamento cresceu nos últimos meses, acendendo um alerta para o assunto. O último caso ocorreu no domingo, 13, em Meleiro, quando uma jovem morreu ao salvar o filho em um rio.

Desde novembro de 2018 até o último fim de semana, foram registrados cinco óbitos por afogamento em água doce na Região Carbonífera e Extremo-Sul. No comparativo, entre 2017 e 2018, não foram contabilizadas mortes do tipo.

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Já quando se fala em afogamentos no mar, o 4º Batalhão de Bombeiro Militar (BBM), que abrange as duas microrregiões, mantém um número positivo. Este já é o quinto verão consecutivo sem registros de morte em água salgada.

Confira a reportagem completa na edição desta terça-feira, 15, do jornal DN. 

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Por: Suelen Bongiolo
Em: Criciúma

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