Saúde mental: um alerta aos transtornos depressivos

Desde os quadros mais leves até os mais severos, é importante que os pacientes procurem atendimento médico e façam o tratamento adequado, para a melhora da qualidade de vida

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Suelen Bongiolo

Criciúma

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Permanecer com um quadro de humor deprimido por semanas seguidas e, ao mesmo tempo, sentir um desânimo significativo são indícios de que algo não está bem com a saúde mental. É nesse momento que costuma acender um alerta para a pessoa procurar atendimento profissional, para que possa ser feito um diagnóstico e o tratamento adequado. Entre os fatores que podem provocar essa situação estão os transtornos depressivos, frequentes nas mais diversas faixas etárias.

Segundo a psiquiatra Ritele Hernandez da Silva, que integra o corpo clínico do Instituto de Neurociências Dr. João Quevedo, há vários tipos de transtornos depressivos, com intensidades variadas. Por isso, estar atento aos indícios e procurar atendimento médico especializado é fundamental para diagnosticar o problema. “Existe uma série de sintomas que os pacientes podem apresentar. Ele tem que ter o humor deprimido e pode ter um desânimo muito importante, somados a outros sintomas. Então também pode ter alteração do peso, alteração do sono, apresentar insônia, apresentar um quadro de ideias relacionadas ao suicídio, à morte e de que a vida não tem sentido. A partir disso, vai sendo caracterizado e definido de leve até moderado ou severo”, detalha a psiquiatra.

Intervenções se tornam necessárias

Assim como a classificação, o tratamento dos transtornos mentais também dependerá da intensidade, variando entre os casos. “O que vai definir é o quanto a doença está afetando a vida daquele indivíduo. Se a pessoa não está dormindo bem, tem um desânimo importante todo dia, não tem mais prazer para realizar as atividades, mas tem que fazê-las e não consegue, começa a faltar à escola ou ao trabalho e isso tem um impacto muito grande na vida dela”, explica Ritele.

Se o quadro for considerado leve, por exemplo, o médico pode encaminhar o paciente apenas ao tratamento em psicoterapia. Já nos mais graves, a utilização de medicamentos é necessária. “Inclusive, se o transtorno depressivo não é tratado, ele pode evoluir para quadros psicóticos, que são graves. Não é o mais comum agora, porque hoje há uma diminuição do preconceito e as pessoas estão buscando mais os psicólogos e, até mesmo, psiquiatras, apesar de a gente perceber que ainda há bastante resistência”, destaca Ritele.

*A reportagem completa você confere no Tribuna de Notícias desta segunda-feira, dia 12.

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Por: Redação
Em: Criciúma

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