Problemas na distribuição de energia estão próximos do fim

Apesar da rede elétrica refeita e condicionadores de ar instalados, algumas escolas de Criciúma não conseguem usufruir dos equipamentos novos. Solução já é encaminhada por Município e Celesc

Foto: Lucas Colombo/TN
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Criciúma

Rede elétrica refeita e aparelhos de ar-condicionado já instalados, mas não há como colocá-los em funcionamento. É assim a situação registrada em algumas escolas municipais de Criciúma, que, por problemas na rede de fornecimento de energia, não podem ainda usufruir dos novos equipamentos. O problema, que já se arrasta há meses, está prestes a ser resolvido pela Administração Municipal e pelas Centrais Elétricas de Santa Catarina (Celesc), que discutiram em conjunto ações necessárias para possibilitar a normalização do serviço.

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Uma das escolas que enfrenta ainda essa dificuldade é a Adolfo Back, localizada no bairro Progresso. Em conversas recentes entre Município e Celesc, foram elencadas as necessidades atuais, como esse caso, e definidas as intervenções necessárias. Conforme o engenheiro eletricista da Prefeitura de Criciúma, João Carlos Zilli, os prazos variam entre 30 e 120 dias, dependendo de cada situação. “Ali na Adolfo Back, o que acontece é que tem o antigo Caic e também a creche da Afasc ao lado, que têm o mesmo ponto de energia. E a creche não tinha entrada pronta ainda, enquanto a Celesc não tinha potência na rede de baixa tensão. Então foi preciso fazer uma readequação”, explica Zilli.

Com a situação envolvendo o Centro de Educação Infantil (CEI) Afasc Urda Joana Joaquim resolvida, o próximo passo é a fazer a ligação na escola municipal, prevista para ocorrer já nos próximos dias.

O acordo para uma solução rápida ao problema também é destacado pelo gerente técnico do Núcleo Sul da Celesc, Zulnei Casagrande. “São questões técnicas em nível de engenharia que estão sendo discutidas em conjunto, para que a execução seja o mais rápido possível. São tanto melhorias necessárias na rede interna quanto na externa. Quer dizer, os dois agentes precisaram sincronizar os passos e a tendência é regularizar isso muito em breve”, enfatiza Casagrande.

Confira a reportagem completa na edição desta sexta-feira, 4, do jornal Tribuna de Notícias. 

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Em: Criciúma

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