Padre Vander: Decida Superar Seus Defeitos

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‘Padre; sabe quando a gente sente um peso dentro da gente e parece que tudo vai dar errado? Sei do potencial do meu desejo de ser feliz, de buscar muito mais, até incentivo outras pessoas a fazerem o mesmo, a não terem medo, mas eu estou experimentando em mim este medo? Isso tem me incomodado. Sabe como uma pessoa se sente perdida em meio à multidão? É uma tristeza sem sentido’.

Quem não tem que viver este desafio diário?  Viver é um desafio diário. É como tomar água. A água que você tomou ontem não serve para a sede de hoje. O alimento que você comeu ontem, ele pode até estar te nutrindo agora, mas você precisa renovar o alimento.

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É preciso viver a dinâmica de arrancar de nós tudo aquilo que possa ser um obstáculo para a nossa realização. Às vezes a gente vai mantendo alguns hábitos nocivos e a gente não se acusa mais disso.

Por isso que eu preciso perto de mim pessoas que me ajudem a enxergar minhas adaptações. Isso é interessante, porque quando eu sou verdadeiramente amado por alguém, eu acabo aceitando a palavra daquele que me ama. Eu aceito melhor a correção, quando ela me é feita com amor.

O amor das pessoas é o principal motor para a nossa transformação. Então, se temos uma casa, onde o vínculo é cultivado, certamente nós temos um ambiente muito favorável à felicidade e a realização das pessoas.

O primeiro movimento que vivemos da conversão é a satisfação de sermos quem a gente é. Às vezes a gente fica pensando que a nossa conversão é para agradar a Deus, não é não. Deus fica feliz à medida que nós estamos.

Um sacrifício, um gesto de renúncia, só tem sentido se ele me ajudar a quebrar o poder das regras, dos defeitos que estão em mim. Um ser humano que vive adaptado aos seus defeitos, ou sobre as regras de seus defeitos, ele é insuportável.

Se eu não quebro as regras dos meus defeitos, se eu não me incomodo para deixar de estar adaptado a eles, meus vícios, eu vou me tornando uma pessoa insuportável. Isso deve ser para nós um termômetro de conversão.

Eu Pe. Vander, se eu me torno uma pessoa insuportável para os outros, eu preciso sim rever o quanto de Deus já aconteceu em mim. Que conversão é esta que não me torna uma pessoa mais leve para os outros? Que conversão é esta que não me arranca da arrogância?

Decida, muda o que é insuportável em você, primeiro porque você merece, segundo porque o outro merece e por fim, porque Deus se alegra quando a gente faz o movimento de cura, mudança de hábito, porque isso vai atuar em nosso caráter, ficamos diferentes à medida que Deus entra.

 

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Em: Criciúma

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