Criciúma: Unesc recebe escolas no 5º Encontro de Bois de Mamão

Evento com roda de conversa e encontro de bois ocorreu nesta quinta-feira

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“Arreda do caminho que a Bernúncia quer passar…” Ao som de cantigas e com o acompanhamento de palmas de uma plateia animada, o 5º Encontro de Bois de Mamão da Unesc mudou o cenário do campus nesta quinta-feira, dia 14. Com a presença de professores e alunos de sete escolas e entidades das regiões de Criciúma e Araranguá, o evento contou com roda de conversa, oficina de percussão, mostra de trabalhos artísticos produzidos pelos estudantes das escolas, pelo Boi da Unesc e pelo Zé do Boi Beco do Beijo, de Tubarão, além de apresentações.

Na parte da manhã, houve a “Acolhida da Bicharada”, uma roda de conversa e o encontro dos bois das escolas Julieta Gonçalves, de Nova Veneza e Acácio Alfredo Villain, de Criciúma.

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Já no período da tarde, houve a “Acolhida da Bicharada”, uma oficina de percussão, com Fábio Matias, uma roda de conversa e o encontro dos bois de mamão do Colégio Unesc, da Casa da Fraternidade, de Araranguá, da escola Quintiliano João Pacheco, de São João do Sul, da escola Egídio de Bona, de Forquilhinha, e da escola Governador Heriberto Hülse, de Criciúma.

Para a diretora de Extensão, Cultura e Ações Comunitárias da Unesc, Fernanda Sônego, o boi de mamão encanta a quem o conhece e reforça a disseminação da cultura. “Sabemos o quão importe é a manifestação folclórica do Boi e quanto ele contribui com a sociedade. Durante as apresentações podemos perceber a troca de experiências culturais, as histórias sendo contadas e a beleza em seus movimentos. O projeto Boi de Mamão na Comunidade é motivo de orgulho para a Instituição”, afirma.

A coordenadora do Setor de Arte e Cultura da Universidade, Amalhene Baesso Reddig, lembrou que em 5 de novembro é comemorado o Dia Nacional da Cultura Brasileira e comentou sobre a importância do acesso a ela já nos primeiros anos escolares. “Hoje é um dia especial para celebrarmos a cultura. Às vezes esquecemos um pouco de falar, de fazer e de consumir cultura e vendo essas crianças tão jovens entrando em projetos culturais, tenho uma certeza: elas terão o seu jeito de ver e de viver a cultura transformados”.

Os professores responsáveis pelos projetos de boi de mamão que participaram do Encontro tiveram oportunidade de expressar a importância das iniciativas para o resgate da cultura açoriana na região e a disseminação desta tradição. Um deles foi Marcos Santos, responsável pelos projetos de boi de mamão das escolas Julieta Gonçalves e Acácio Alfredo Villain. Segundo ele, a criação das personagens proporciona momentos ricos para os estudantes. “O boi de mamão é essa sabedoria das pessoas de mais idade que contagia os mais jovens, ressalta a cultura popular e resgata a tradição daqueles que vieram antes de nós. Nós todos temos um desafio de manter o boi de mamão vivo”, pontua.

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