Com setor de emergência pronto, HRA planeja novos serviços

Imas busca junto ao governo outras referências para o Hospital Regional de Araranguá, como ortopedia e neurocirurgia, para melhorar o atendimento aos moradores do Extremo Sul

Foto: Divulgação/Assessoria Imas
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Araranguá

Prestes a completar um ano à frente da gestão do Hospital Regional de Araranguá (HRA), o Instituto Maria Schmitt (Imas) busca novos serviços e investe em melhorias para a entidade. Nessa quarta-feira, 6, a equipe que coordena aos trabalhos apresentou oficialmente o novo setor de emergência do hospital, resultante da revitalização do Pronto-Socorro (PS) iniciada em setembro.

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Conforme os colaboradores e a direção do HRA, a obra na área de emergência representa um avanço para o serviço que é prestado à população do Extremo Sul do estado. “Por que fazer essa reforma? É para ficar bonito? Não, é para a segurança do paciente. O paciente necessita do melhor atendimento, de um atendimento ágil, porque ele está sofrendo risco de vida, por isso que ele está nesse setor. Aqui nós temos pacientes graves, onde uma tomada de decisão muda o destino deles”, enfatiza o diretor técnico do hospital, Eduardo Ali Dominguez.

Foto: Divulgação/Assessoria Imas

Segundo ele, a “sala vermelha”, como é chamada a área destinada à emergência, é composta ainda por profissionais qualificados e equipamentos de última geração, para que o trabalho seja otimizado. “Então, hoje, quem ganha, realmente, é o cidadão da Amesc. Não é somente uma reforma. É melhorar muito o serviço de urgência e emergência da nossa região”, acrescenta Dominguez.

Intervenções prioritárias

Conforme o presidente do Imas, Ricardo Ghelere, a obra no setor de emergência foi definida pelo instituto como uma das primeiras intervenções a serem realizadas. “Quando assumimos há um ano a gestão do hospital nós sabíamos que havia um hospital inteiro para reformar e recuperar, mas tínhamos que escolher prioridades. E nós avaliamos que o Pronto-Socorro era o cartão de visitas do Hospital Regional. Então tínhamos que melhorar o atendimento à recepção dos pacientes”, ressalta Ghelere.

Com isso, outras obras estão previstas para o HRA, envolvendo desde a parte estrutural até os serviços. “Iniciamos agora com o Pronto-Socorro, mas tem vários setores que nós vamos seguir recuperando. E, se conseguirmos, no final da nossa gestão, deixarmos o hospital todo recuperado, é um trabalho que vai ficar para a região da Amesc. É ela quem vai ganhar com isso”, avalia o presidente.

Atendendo pacientes dos 15 municípios do Extremo Sul, o hospital deve receber, em breve, ampliação em serviços e especialidades. Segundo Ghelere, um deles será a alta complexidade em ortopedia, que corresponde às cirurgias de coluna e de quadril. “Elas eram feitas em Tubarão, a nossa referência, e a região praticamente não tinha acesso. Temos esperança que, até o fim do ano, já esteja disponível aqui esse serviço, que vai fazer um diferencial para a nossa região”, afirma o presidente.

Também há tratativas, junto ao Governo do Estado, para que sejam implantadas especialidades como neurocirurgia e, futuramente, cirurgia cardíaca.

Confira mais detalhes na edição desta quinta-feira, 7, do jornal Tribuna de Notícias. 

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Em: Araranguá

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