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Criciúma

Em meio ao jardim de uma residência, um pequeno ateliê se destaca pela harmonia perfeita entre a natureza e a arte. Construído no bairro São Luiz, em Criciúma, o ambiente agrega a criatividade da artesã Larissa da Silva Maciel e a sustentabilidade priorizada na construção do imóvel. Desde outubro, o antigo sonho de ter um espaço próprio para expor e comercializar as peças confeccionadas com carinho se transformou em realidade e vem se consolidando a cada dia que passa.

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Detalhes e delicadeza não faltam no trabalho da artesã, seja nas peças produzidas em madeira ou na estrutura do chamado Ateliê Maria Lamparina. Com formação em área totalmente diferente, Larissa encontrou na arte a realização profissional. “Acho que mudou bastante a minha vida depois que eu comecei aqui. Porque é um trabalho manual, não tem um monte de gente ao teu redor competindo contigo… E tem a questão de eu estar no jardim da casa dos meus pais, que é um aconchego. Tudo isso, para mim, é viver no paraíso. É aquela frase: ‘escolha o que você gosta de fazer que não vai precisar trabalhar’; é mais ou menos isso que eu vivo”, ressalta.

Trajetória iniciada em família

Foto: Lucas Colombo/TN

O contato com o artesanato em madeira começou há aproximadamente sete anos, quando resolveu auxiliar os pais na produção de itens para uma feira. “Eles são aposentados e era um hobby para eles, que até levavam bem a sério. Quando vim ajudá-los, acabei ficando e, depois de um tempo, eu já estava criando as minhas próprias peças”, recorda a artesã.

O foco dos pais de Larissa era na produção de luminárias com fibras naturais, como as da palmeira Juçara, sempre com base na sustentabilidade. Foi dali o ponto de partida para que a artesã colocasse a criatividade em prática e passasse a produzir peças diferentes. “Fui mais para a linha da decoração mesmo, fazendo quadros, cabideiros… E sempre tive esse lado do reaproveitamento, de customizar e reaproveitar o que já existe. Então, para mim, foi muito fácil seguir essa linha, porque já era meio que ‘natural’”, reforça.

Foto: Lucas Colombo/TN

Nas peças produzidas por Larissa, objetos antigos de madeira ganham um novo significado. De uma tampa de papelão que se transformou em adorno a um tronco que se tornou um abajur, tudo remete à delicadeza e imaginação da artesã. “Nessas peças mais personalizadas eu procuro colocar uma tarja com a explicação, para os clientes conhecerem um pouco da história que tem por trás delas. Eu sempre tive essa visão de olhar para uma janela ou uma porta e de imaginar outra coisa. Então, para mim, está sendo bem prazeroso estar trabalhando com isso, porque é meio que espontâneo”, conta.

 

Confira a reportagem completa na edição desta segunda-feira, 23, do jornal Tribuna de Notícias. 

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Em: Criciúma

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