Um resgate histórico do Metropol (com galeria de fotos)

Taça de campeão do Catarinense de 1967 volta à posse do clube, após ser guardada pelo Criciúma. Trofeu de porcelana será exposto na Acic durante homenagem

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Tiago Monte

Criciúma

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O saudosismo do grande Metropol, campeão Catarinense de 1967, é revivido. A taça recebida, naquela época, está de volta à posse do clube. Após ficar guardada pelo Criciúma, por mais de cinco anos, a nova diretoria do histórico clube criciumense assume os cuidados pelo troféu. “Na época que nós estávamos montando o histórico e fazendo o levantamento dos dados para montarmos o museu do Criciúma, o J.B. Telles nos presenteou com esta taça. Ele estava guardando ela há muitos anos, no escritório dele, em Florianópolis, e a partir daquela data, ele julgou que teria um local apropriado para colocá-la”, comenta Carlos Henrique Alamini, presidente do Conselho Deliberativo do Criciúma. José Bonifácio Telles, o J.B., é um radialista e jornalista. Além disso, ele é comendador do esporte catarinense.

O registro da troca de guarda aconteceu na tarde de ontem, na sala da presidência do Criciúma, no estádio Heriberto Hülse. Além de Alamini, estiveram presentes o recém-eleito mandatário do Metropol, José Carlos China Vieira, e um representante do bairro e guardião do clube: Nilton Colombo, o Carleto. Funcionários dos dois clubes também acompanharam a rápida solenidade. “Entendo que, com a diretoria do Esporte Clube Metropol, ela (taça) realmente vai para o seu devido lugar. Com certeza, vai agraciar a comunidade do Metropol. Eles gostarão muito de ver essa relíquia. É uma taça enorme, com quase um metro de altura, porcelana Schimidt, pintada à mão: realmente histórica e vai agradar ao pessoal da comunidade”, pontua Alamini.

O Criciúma foi o responsável pelo cuidado da taça. “Está entregue. Fomos responsáveis, neste período, pela taça e satisfeito por estar indo para o seu devido lugar”, comenta o presidente do Conselho do Tigre.

Atrativo turístico na comunidade

A taça, feita em porcelana, será um atrativo para os moradores do bairro Metropol. “Eu não pensava que era algo tão lindo. Vai ser um sucesso na comunidade, porque tem gente que nem sabe da existência”, comenta Carleto. Ele é guardião do clube, junto com Keko Salvaro, há mais de 35 anos e se orgulha de manter a história do Metropol intacta.“Eu era garoto, na época do auge, mas lembro ainda das conquistas”, pontua Carleto.

O ato é considerado um resgate de parte da história do tradicional clube criciumense. “Resgata uma saudade, uma confiança do que foi o clube para nós naquela década. Eu digo para nós, porque não existia o Criciúma na época”, comenta China Vieira.

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