Time da Raça: Técnico lamenta chances perdidas

Bugre, mais uma vez, fala sobre a pouca efetividade do ataque do Próspera. Comandante garante que time pode produzir mais


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Tiago Monte

Criciúma

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Fotos: Lucas Colombo/TN

Após o empate do Próspera em 0 a 0 diante do Almirante Barroso, o técnico Luiz Paulo Bugre voltou a lamentar as oportunidades perdidas pela equipe, principalmente no primeiro tempo. Ele acredita também que a qualidade do adversário dificultou a partida. “Estou cansado de falar sobre essas situações de gols que a gente cria e não está convertendo. Porém, por outro lado, a gente pegou uma equipe de qualidade, que está na ponta da tabela. Eles têm jogadores ‘cascudos’ e a gente está trabalhando para tentar melhorar as finalizações e o último lance. A gente peca pela falta de experiência, os guris são novos e afoitos”, comenta.

O Próspera foi melhor na primeira etapa. Sem Yan, o time perdeu ofensivamente. “A equipe trabalhou bem, principalmente no primeiro tempo quando nós controlamos o jogo. No segundo tempo, sem o Yan, perdemos ofensivamente. Ele é um jogador mais agudo e nós não temos outro atleta com essas características, infelizmente. Isso foi o que faltou para nós”, ressalta.

Bugre valorizou o ponto ganho, mas tem certeza que o time pode mostrar mais do que vem apresentando. “O importante é pontuar. Quando não da para ganhar, pelo menos não se perde. Dessa vez não perdemos, estamos na briga e vamos até o final. O nosso objetivo está sendo alcançado, mas podemos fazer muito mais”, enfatiza.

Projeção para o jogo de quarta

O Próspera volta à campo na quarta-feira, às 19 horas, diante do Concórdia. O técnico fala sobre as dificuldades do jogo e sabe que o time não terá vida fácil no Oeste. “Vai ser outro adversário de qualidade, que está brigando para subir e investiu muito. O plantel deles é caríssimo e a gente sabe que são bons”, pontua Bugre.

Ainda assim, o técnico garante que o Time da Raça jogará para vencer e buscará o gol, que não vem saindo, desde o início. “É complicado jogar fechado. Se joga atrás, por uma bola, chama os caras para cima. Não podemos nos prender atrás. Temos que procurar o gol e encarar, se der espaço fica mais difícil”, destaca.

Sem Yan, que deve parar ao menos por 15 dias, Bugre deve ter o retorno de Max William, que estava lesionado. Ele será o responsável principal pela criação das jogadas do Time da Raça. “É uma perda muito grande, a gente sabe disso, mas temos que acreditar no potencial dos demais. O Max todo mundo sabe que é um grande jogador, está voltando, treinou hoje (sábado) e esperamos que ele volte na quarta-feira. Será um jogo difícil, aliás, não tem jogo fácil. Esperamos que o Max jogue pelo menos 45 minutos porque ele trabalha bem a bola. Tenho certeza que ele vai se esforçara para ajudar”, comenta.

Até agora, o Time da Raça ainda não perdeu em casa e Bugre comemora o fato. “Estamos lutando com as possibilidades que temos. Sabemos das dificuldades, mas a equipe é forte. Ainda não perdemos em casa, estamos na briga, mas o importante é ganhar. Não deu, somamos, tudo bem, mas a gente consciência de que precisamos ganhar os jogos”, finaliza.

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