Tigre: Sandro e Gamalho não devem ficar

Negociações esbarram no limite salarial imposto pelo Criciúma para a temporada 2020. Jogadores têm mercado com clubes da Série B

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Tiago Monte

Criciúma

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Os únicos dois jogadores que estavam no elenco do Criciúma neste ano e despertavam o interesse da diretoria para o próximo ano não devem permanecer. Sandro e Léo Gamalho são jogadores valorizados no mercado e não estão dispostos a baixar as pedidas salariais para permanecer no clube. “Eu tive uma conversa com o empresário do Sandro e está muito fora daquilo que a gente pode pagar. Muito fora”, comenta o superintendente de futebol do clube, Serginho Lopes. A situação do centroavante é semelhante.

Conforme informações de bastidores, o salário do zagueiro girava em 40 mil reais e o teto dos vencimentos do Criciúma, para 2020, deve ser 25 mil reais. O orçamento salarial do clube reduziu para menos da metade, no futebol profissional, por conta da perda de verbas da televisão, principalmente. “Eles são jogadores que têm mercado na Série B, então eles não virão pelos salários que estamos pagando. Cheguei em um limite alto e, mesmo assim, não deu”, pontua Lopes.

Uma aposta para a zaga pode ser o volante Liel, ele já atuou como zagueiro e tem a possibilidade de ser recuado para a posição. Mesmo assim, o clube vai atrás de novos defensores, além de promover Wellington para o time profissional.“Quem sou eu para falar dos jogadores: eles têm mercado e têm que se valorizar, mas eu tenho um limite salarial. Então, está bem complicado”, reforça Serginho, sobre Sandro e Gamalho.

As negociações continuam. Os atletas ainda não acertaram com outros clubes, mas a distâncias entre as propostas é grande. Sandro atuou em 84 jogos com a camisa carvoeira, desde 2018, e marcou dez gols em duas temporadas pelo Tigre. Já Gamalho entrou em campo em 36 oportunidades e marcou 13 gols. O camisa 99 foi o artilheiro do time, na Série B, com 12 gols marcados.

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