Tigre: Cavalo lamenta gol sofrido no final

Treinador destaca que a tabela ajudou o Criciúma, mas o time não conseguiu aproveitar os resultados negativos dos adversários

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Tiago Monte

Ponta Grossa/PR

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Novamente abatido e chateado, o técnico Roberto Cavalo lamentou a derrota do Criciúma, nos momentos finais da partida contra o Operário, na noite de ontem, em Ponta Grossa. O gol marcado por Maílson, aos 47 minutos do segundo tempo, deixa o Criciúma cada vez mais perto da Série C. O treinador destacou uma falha de marcação do volante Eduardo no lance crucial da partida. “Tomamos um gol no finalzinho. Escanteio a nosso favor, deveríamos ter uma marcação mais adequada no contra-ataque. Erramos. A marcação do Eduardo tinha que matar a jogada ou não deixar fluir. Como aconteceu, nos preocupa, porque vai ficando cada vez mais difícil sair dessa situação. A rodada, de novo, nos ajudou, mas o Criciúma não soube aproveitar”, comentou Cavalo.

Para o comandante, o jogo foi equilibrado e o Criciúma poderia ter ficado com um ponto a mais na tabela. O cabeceio na trave de Léo Gamalho também foi lamentado por Cavalo. “É muito triste, da maneira que foi. Não merecia. No meu entender foi um jogo bastante equilibrado entre ambas as equipes. É lógico que o começo do primeiro tempo foi de pressão do time deles. Isso é normal para quem joga em casa, estávamos preparados para a pressão. Depois dos 20 minutos, equilibramos e foi um jogo sem grandes chances de gol. Primeiro tempo, tivemos uma bola na trave, cabeceada pelo Léo Gamalho, mas, mesmo assim, tomamos um certo sufoco. No segundo tempo, mudamos e melhorou muito, no meu entender”, enfatizou.

O lance em que Reis foi derrubado pelo zagueiro Alisson, dentro da área, na segunda etapa, foi lamentado por Cavalo. Para o treinador do Tigre, mais um erro que prejudica a campanha do Criciúma. “Tivemos de novo um lance decisivo de arbitragem. Eu não gosto de falar, mas, pelo amor de Deus, em todos os jogos temos problemas de arbitragem. Desculpe o meu amigo Rodrigo (Raposo, árbitro) de Brasília, mas um pênalti e impedimento? Isso deixa todos nós nervosos. A nossa situação na tabela não é só por esse lance, mas vários lances em casa e fora. Isso me preocupa e muito”, ressaltou.

A saída de Liel aconteceu devido à um desgaste físico. “Quando o Derlan tomou o cartão amarelo, no começo do jogo, até pensei em trocar e colocar o Liel na zaga junto com o Sandro, mas o Jean Mangabeira também tomou cartão amarelo, então, corremos mais risco e o jogo equilibrou. Eu achei que o Liel estava mais desgastado. Conversamos, eu e o Wilsão, e não estávamos conseguindo acompanhar os jogadores rápidos do Operário”, finalizou Cavalo.

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