Içara: Recepção de gala para as medalhistas (com galeria de fotos)

Com direito a desfile no carro do Corpo de Bombeiros, as caratecas içarenses retornam do Pan-Americano e exibem a medalha de bronze conquistada em Lima

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Tiago Monte

Içara

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Içara parou na tarde desta terça-feira. E foi por um motivo mais do que especial: as caratecas Sabrina Pereira, Carolaini Pereira e Izabel Cardoso retornaram de Lima, no Peru, radiantes com a medalha de bronze, conquistada no kata por equipes, no peito. Elas foram recepcionadas na sede da Prefeitura de Içara e dali partiram em desfile no caminhão do Corpo de Bombeiros pelas ruas da cidade. Elas fazem parte do Team Everaldo / Esucri / Fundação Municipal de Cultura e Esporte (FMCE) Içara. “É emocionante ver todo mundo vibrando por nós três: a equipe de Içara. São pessoas importantes que nos ajudaram desde o início, passando pelo crescimento e até agora. É muito gratificante ver que todos estão reconhecendo o nosso trabalho e nos acolhendo neste momento tão importante para a gente”, comenta Carolaini Pereira.

Antes de subir no caminhão, elas buscaram palavras para explicar a sensação que tiveram em Lima, durante a premiação do Pan-Americano. “A sensação foi incrível quando levantou a bandeira. Não tem palavras para descrever, é muito emocionante quando eles levantam a mão para o nosso lado. Não tem palavras”, pontua a carateca.

O próximo objetivo está traçado: a busca pela vaga no Mundial 2020, em Paris. “Tem as Olimpíadas de 2024 que a gente pretende ir, mas, por enquanto, o foco é em Paris no ano que vem”, completa a carateca.

Emoção e lágrimas entre mãe e filha

Izabel Cardoso não segurou as lágrimas quando a mãe dela, Maria Cardoso, lembrou do início da filha no esporte. O orgulho foi expressado em palavras. “Não tem palavras. Você ver a filha chegar onde chegou. Tudo começou em uma brincadeira, só para praticar esporte e ela chegar onde chegou é um orgulho muito grande. Parabéns a todas. Não sei nem dizer o que estou sentindo. É inexplicável”, comentou Maria, com a voz embargada.

Izabel destacou a rotina pesada de atleta de alto rendimento e não conteve a emoção. “São pessoas que acompanham a gente de pertinho e sabem o quanto a gente se dedica, o tempo de treino, correria do dia a dia: vida de atleta, estuda, trabalha, descansa, tem que se alimentar direito… Então, às vezes a gente até tem pouco cuidado, por conta da rotina, mas não tem como se aguentar com as palavras”, comentou Izabel.

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