Forquilhinha: Lutadores do Sul representam Santa Catarina

Quatro atletas de muay thai, que treinam em Forquilhinha, estarão no Campeonato Brasileiro da modalidade, no interior de São Paulo, em novembro

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Tiago Monte

Forquilhinha

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Após ter a estreia nos ringues adiada, devido a uma lesão do adversário, Kaciano Fernandes, de Forquilhinha, estará no Campeonato Brasileiro de Muay Thai, que acontece em Taubaté, no interior de São Paulo, entre os dias 16 e 17 de novembro. O lutador de 24 anos começaria a caminhada nas artes marciais, em janeiro, na Argentina, porém, o oponente quebrou a perna, durante um treino, a dez dias da luta. “Essa é a competição mais importante do ano. Estávamos prontos para disputar o Sul-Americano, em janeiro, mas o adversário se lesionou. Ele (Kaciano) já estava preparado e a gente estava comprando as passagens para Buenos Aires, sorte que deu tempo de cancelar”, lembra o mestre e técnico da academia Tayson Team, Tayson Sebastião.

Agora, Fernandes partirá para o interior de São Paulo. Junto com ele, participarão da competição mais três atletas de Forquilhinha: as irmãs Danieli e Mirieli Cardoso Scarpari, além de Dyonata da Silva. Os homens lutarão na categoria Semi-Profissional, enquanto as mulheres farão lutas amadoras. “É um campeonato gigante, com mais de 150 atletas de 10 estados diferentes do Brasil. Serão dois dias com muitas lutas”, comenta Tayson.

Praticante do muay thai há mais de dois anos, Kaciano seguiu firme na preparação durante o ano. “Ele continuou treinando e chega muito bem para essa competição. Na verdade, todos eles têm muita condição e estão bem preparados fisicamente. Dá para chegar”, pontua Tayson.

Dyonata e Mirieli já estiveram em combates, ao contrário de Kaciano e Danieli. Porém, os dois últimos são considerados mais experientes pelo mestre. “Eles treinam há mais tempo, já sofreram alguns cortes, já estiveram em campeonatos me ajudando e participaram de outros eventos. Então, eles não lutaram, mas sabem como funciona uma competição. Aquela tensão pré-luta, eles não vão sofrer. Eles sabem como funciona um ginásio lotado e a torcida em cima”, comenta o treinador. “Claro que uma situação é estando dentro do ringue, outra é fora. Sendo protagonista, é diferente, tem um peso maior, mas eu acredito que eles não vão sentir. Eles já viram bastante coisa”, completa Tayson.

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