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Criciúma

A dedicação à sala de aula, o carinho pelos alunos e o amor pela profissão marcam a trajetória da professora Margarida Daros há quase 20 anos. Desde 2000, quando foi aprovada em um concurso para lecionar na rede municipal de Criciúma, a docente se encantou pelo ambiente escolar e passou a se doar ao ensino das crianças, compartilhando com elas conhecimentos que são levados para o resto da vida.

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Foi no final da década de 1990 que a moradora de Criciúma viu a rotina se transformar, encontrando um novo rumo. “Eu trabalhava com confecção. Só que lá é só produção e aqui é gente, é vida, é uma dinâmica que nunca se repete. E isso para mim é encantador. Porque lá ficava repetindo aquilo todo dia. Já aqui não se vê o dia passar”, destaca a docente.

Na época, além de buscar um emprego que possibilitasse passar mais tempo com os filhos, o papel desempenhado pelo professor fez com que ela optasse por ter nas salas de aula o novo ambiente de trabalho. “Foi a questão de eu acreditar que a educação era um modo de eu contribuir, de alguma forma, com a sociedade. Então eu acho que a educação é um trabalho que faz muito sentido. Tens o resultado a longo prazo, mas é uma sementinha que é plantada. Eu acredito que a educação é a base de tudo”, conta Margarida.

“Recompensa” do dia a dia

Foto: Lucas Colombo/TN

Atualmente atuando na Escola Municipal Professor Moacyr Jardim de Menezes, do bairro Ceará, a professora nota que muitas foram as transformações vivenciadas ao longo da carreira. “A minha evolução foi muito grande nesses 20 anos de trabalho, da minha formação até hoje. Mas se tem uma coisa que não mudou é o prazer de ver a criança aprendendo, é o retorno que elas dão. Então isso ainda é muito gratificante”, ressalta a docente que leciona para o quinto ano do Ensino Fundamental e também dá aulas de reforço na instituição.

Hoje, data em que se celebra o Dia do Professor, Margarida está entre os inúmeros profissionais da região que devem ser reconhecidos pela missão de ensinar e, ao mesmo tempo, aprender com os alunos. “Eu acho que é uma homenagem justa parar para pensar no professor. Porque, cada vez mais, o professor se faz fundamental para a construção de uma sociedade onde as pessoas tenham o conhecimento e que possam utilizá-lo para se emancipar, para serem cidadãs. Porque sem conhecimento fica muito complicado, as pessoas vão aceitando qualquer coisa, achando que tudo está certo. E não é assim. O conhecimento emancipa as pessoas, faz elas se sentirem cidadãs em direitos e deveres, sabedoras do que querem”, evidencia.

Confira a reportagem completa na edição desta terça-feira, 15, do jornal Tribuna de Notícias. 

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Por: Suelen Bongiolo
Em: Criciúma

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