Serviços e Indústria de Transformação geram mais de 5,5 mil empregos na Amrec e na Amesc

Segmentos são responsáveis pela geração de mais de 5,5 mil novas vagas na Amrec e na Amesc de janeiro a novembro de 2019

Foto: Lucas Colombo/TN
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Marciano Bortolin

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Criciúma

Das mais de 7,6 mil novas oportunidades de emprego de janeiro a novembro deste ano nas 27 cidades da Associação dos Municípios da Região Carbonífera (Amrec) e da Associação dos Municípios do Extremo Sul (Amesc), mais de 5,5 mil são geradas no Setor de Serviços e na Indústria de Transformação. Os dados são do Cadastro Geral de Empregados e Desempregados (Caged).

Na Amrec, o destaque são os Serviços com 2.339 vagas, seguindo pela Indústria de Transformação, com 2.313. No Vale do Araranguá a situação se inverte: Indústria de Transformação, com 505, seguido dos Serviços com 439. A Construção Civil também aparece bem, com 1.229. Na outra ponta, na Região Carbonífera, aparece a Extrativa Mineral com -79, seguido do ramo agropecuário, extração vegetal, caça e pesca com apenas 97 novas oportunidades de emprego. Já no Extremo Sul, o pior segmento foi a Construção Civil, com 75 negativo e o Comércio com 2 positivo. Já na Amrec, este setor apresentou números que demonstram recuperação: são 513 oportunidades novas de janeiro a novembro deste ano.

O presidente da Associação Empresarial de Criciúma (Acic), Moacir Dagostin, festeja os números e diz que a expectativa é atingir os três mil empregos gerados na cidade em 2019. “A notícias é a mais positiva possível e os números mostram que a economia está reagindo com bons resultados em toda a região. Um exemplo é Siderópolis que é a segunda cidade quer mais gerou vagas de janeiro a novembro”, cita.

Com relação aos setores, Dagontin destaca o desempenho do Setor de Serviços e da Indústria da Transformação, mas lamenta a posição da Construção Civil que em Criciúma fechou novembro com -4. “Acreditamos que irá melhor em 2020 com boa reação do setor imobiliário”, pontua.

Mais de 7,6 mil empregos gerados

No total, a Amrec gerou 6.775 novas oportunidades de emprego, enquanto a Amesc foi responsável por 910. Entre as cidades da Região Carbonífera, a maior geração foi novamente de Criciúma com 2.720 novas oportunidades. Em segundo, quem aparece é Siderópolis com 1.114, seguido de Içara, com 1.029. A última colocação ficou com a menor cidade da Amrec, com -85.

Na Amesc, o destaque é Araranguá com 293 vagas. O destaque ainda vai para Ermo com 165, a frente de Jacinto Machado com 130 e Praia Grande com 124. Os piores números são do Balneário Arroio do Silva com -94, Turvo, com -17 e São João do Sul com -10.

Comparativo dos últimos dez anos

Em uma comparação dos últimos dez anos, conforme os números do Caged, um dos municípios da Amrec que apresentou maior crescimento foi Içara que fechou 2009 com 407 e completa novembro de 2019 com 1.029, uma elevação de 622. Outros destaques são Cocal do Sul, que pulou de -23 para 411, e Forquilhinha, que saiu de -110 para 510.

Na Amesc, a comparação histórica favorece Praia Grande que, mesmo com o fechamento de uma grande empresa do ramo frigorífico saiu de -55 em 2009 para 124 em novembro de 2019. Porém a cidade passou por problemas, fechando alguns anos no vermelho. O pio desempenho na comparação dos últimos dez anos é de Turvo: caiu de 162 para -17.

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Por: Marciano Bortolin
Em: Criciúma

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