Santa Catarina mantém menor taxa de desemprego do Brasil após nova queda de indicador

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O ano de 2019 continua positivo para o emprego em Santa Catarina. O percentual de população catarinense desempregada caiu de 6% para 5,8%, entre o segundo e o terceiro trimestre deste ano, resultado que fortalece a posição do estado com o menor índice do Brasil. Os dados são da Pesquisa Nacional por Amostra de Domicílios (Pnad) Contínua, do Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística (IBGE), divulgados nesta terça-feira, 19.

Na avaliação do governador Carlos Moisés, o resultado é um sinal positivo para o presente e o futuro da economia catarinense. “O país vive um momento de mais confiança e aqui em Santa Catarina a situação também é cada vez melhor. Estamos colocando a casa em ordem, retomando os investimentos na infraestrutura, diminuindo a burocracia e proporcionando segurança jurídica para a geração de novos empregos em todas as regiões”, avalia.

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De acordo com o IBGE, a população desocupada no estado diminuiu de 231 mil para 222 mil pessoas entre o segundo e o terceiro trimestre de 2019, o que é considerado estável pelo instituto. A taxa de desocupação catarinense é de menos da metade da nacional, que é de 11,8%.

“Nossa missão como gestores públicos é promover políticas públicas para fomentar o empreendedorismo, o emprego e a renda. Os números comprovam que estamos no caminho certo. O Estado mantém os melhores índices no cenário nacional e continuamos trabalhando para fortalecer ainda mais o desenvolvimento e a competitividade”, avalia o secretário de Estado do Desenvolvimento Econômico Sustentável, Lucas Esmeraldino.

Mercado de trabalho formal em alta

Santa Catarina também lidera no percentual de pessoas com carteira de trabalho assinada no setor privado (87,7%). Os catarinenses também são os menos afetados pelo desalento (1,1% da força de trabalho) e subutilização da força de trabalho (10,6%). Desalentados são aqueles que desistiram de procurar emprego, enquanto a subutilização representa o percentual de pessoas desempregadas somado ao das que trabalham em carga horária reduzida. Além disso, conforme a pesquisa, o trabalhador catarinense é, em média, o que trabalha mais horas (41,2 por semana), à frente de São Paulo (41) e Rio Grande do Sul (40,6).

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Por: Marciano Bortolin
Em: Criciúma

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