Trio vai à júri popular por homicídio dentro do presídio

Crime aconteceu em janeiro deste ano, quando Jandir dos Santos José, de 35 anos, foi morto a mando do PGC

Foto: Arquivo/Tribuna de Notícias
- PUBLICIDADE -

Lucas Renan Domingos

Criciúma

- PUBLICIDADE -

Três homens acusados de matar Jandir dos Santos José, de 35 anos, irão a júri popular. A decisão foi do juiz de direito da 1ª Vara Criminal da Comarca de Criciúma, Fabiano Antunes da Silva. O crime aconteceu no dia dois de janeiro deste ano, dentro do Presídio Regional de Criciúma, no bairro Santa Augusta. A vítima foi estrangulada por conta de uma dívida envolvendo facções criminosas.

O trio será julgado pelo Tribunal do Júri pelo crime de homicídio qualificado pelo motivo torpe, meio cruel e recurso que dificultou a defesa da vítima. Eles também deverão responder pelo crime de organização criminosa.  Os três seguem presos preventivamente em decorrência do processo e tiveram o direito de recorrer em liberdade negado.

Relembre o caso

Na data do crime, por volta das 11 horas da manhã, os acusados, apontados pela investigação como integrantes do Primeiro Grupo Catarinense (PGC), mataram a vítima em cumprimento de ordem da facção por acerto de contas.

Com um objeto similar a uma lâmina metálica, com a intenção de matar José, cercaram a vítima durante o banho de sol, no pátio de uma das galerias do presídio. Na oportunidade, eles aplicaram um golpe no pescoço do desafeto, desacordando-o.

Em ato contínuo, dois deles seguraram o detento e o outro passou a aplicar golpes na região cervical, tórax e braços da vítima, utilizando a lâmina. José morreu ainda no local. Em depoimento, um dos acusados afirmou que a morte foi decretada porque o detento teria fumado crack antes de ser preso, o que não é permitido pela facção.

 

-- PUBLICIDADE --
Compartilhar

NOTA: O TN Sul não se responsabiliza por qualquer comentário postado, certo de que o comentário é a expressão final do titular da conta no Facebook e inteiramente responsável por qualquer ato, expressões, ações e palavras demonstrados neste local. Qualquer processo judicial é de inteira responsabilidade do comentador.