Criciúma: agricultores em destaque na 8ª edição da Feira da Agricultura Familiar

Entrada principal do Paço Municipal Marcos Rovaris recebeu produtos de 16 famílias de Criciúma nesta quinta-feira

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A 8ª edição da Feira da Agricultura Familiar contou com uma variedade de produtos produzidos na zona rural de Criciúma: pães, bolachas, mudas, derivados do milho, frutas, legumes, embutidos, entre outros. A iniciativa ocorreu nesta quinta-feira (8), em frente ao Paço Municipal Marcos Rovaris, e contou com a participação de 16 famílias criciumenses.

A feira é realizada pela Gerência de Agricultura Familiar da Prefeitura de Criciúma, em parceria com a Empresa de Pesquisa Agropecuária e Extensão Rural de Santa Catarina (Epagri). “Para nós foi um leque muito grande de conhecimento e de pessoas que compram e voltam a nos procurar pedindo os produtos, agregando mais valor à nossa renda”, afirma a agricultora Regina Romancini Roveda, que expôs pães, doces e hortaliças.

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A ação visa incentivar os agricultores, já que Criciúma é o terceiro município da Associação dos Municípios da Região Carbonífera (Amrec) que mais arrecada com a agricultura. “É uma grande satisfação ver as pessoas vendendo, se organizando, respeitando o espaço e sendo solidárias. Temos uma grande variedade de produtos e sabemos do esforço de cada um e como vale a pena eles manterem esse contato direto com os consumidores”, destaca a gerente de Agricultura e Agronegócio da Administração Municipal, Maristela Oenning Borgert Bresciani.

Devido ao sucesso de todas as edições, o evento já foi oficializado no calendário da Administração Municipal, ocorrendo a cada segunda quinta-feira de cada mês. Para um dos visitantes, Lauro Mor Cardoso, a feira é de extrema importância. “O meu sentimento maior é de estar em casa, pois encontro um atendimento diferenciado, com bastante carinho e simpatia”, comenta.

“Esse é mais um canal de comercialização para os agricultores e uma oportunidade para a população ter produtos de qualidade, com custos menores do que em outros locais”, analisa o engenheiro agrônomo da Epagri, Roberto Francisco Longhi.

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