Fim de contratos vai apertar atendimento no 190 da PM

Efetivo de temporários já é menor que o necessário e tende a reduzir ainda mais em Criciúma

Denis Luciano/DN

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Denis Luciano

Criciúma

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Efetivo é um problema histórico da Polícia Militar em Santa Catarina. E a força não se resume aos homens que andam pelas ruas e fazem a linha de frente da segurança da população. Há os bastidores, a burocracia, segmentos que precisam de gente, e com qualificação, para cumprir as tarefas. A próxima preocupação do comando da PM em Criciúma diz respeito ao atendimento dos telefones no serviço 190.

“São agentes temporários que contratamos para essa atividade, eles possuem contrato de dois anos, e muitos estão vencendo agora. E como não há concurso nem fila de espera para convocações, tememos sofrer desfalques”, admite o tenente coronel Evandro Fraga, comandante do 9o Batalhão de Polícia Militar. O 190 deveria contar com 32 atendentes mas, com a escassez de pessoal, já são 24. “Estamos sim sob risco, já oficiamos o comando geral sobre essa situação”, refere.

A corporação em si está contando atualmente com 267 PMs para atender a região do batalhão de Criciúma. “O número estabilizou, já estivemos em situação pior. Entre 2014 e 2015 houve muitas aposentadorias, agora freou um pouco”, explica o coronel. “E mudamos o regramento quando há baixas. Se perdíamos um homem em uma cidade vizinha, de pronto tirávamos de Criciúma para repor lá, agora estamos redimensionando isso para manter o equilíbrio com a demanda de cada cidade”, observa.

O governador Raimundo Colombo anunciou, no ano passado, que a PM vai receber novos homens em 2018. “É a nossa expectativa, e esperamos também que ao menos a formação de uma turma com 30 homens seja feita aqui no batalhão”, projeta o comandante.

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Por: Redação DN Sul
Em: Criciúma

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