Comerciários fecham acordo em Criciúma

Reajuste salarial é referente ao mês de maio de 2017. Sindilojas, por sua vez, emite nota dizendo que a Convenção Coletiva de Trabalho ainda não foi assinada

Foto: Divulgação
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Criciúma

Atualizada às 16h48min do dia 28 de março de 2018

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Os trabalhadores do comércio de Criciúma resolveram, por unanimidade, aceitar a proposta de reajuste salarial feita pelo Sindilojas, referente ao ano de 2017. A decisão foi tomada em assembleia na noite dessa terça-feira, 27.

Conforme o acordo, os comerciários receberão 4,22% de reajuste salarial e o piso da categoria será fixado em R$ 1.270. O pagamento retroativo, de maio do ano passado até março deste ano, será feito em parcela única no pagamento de abril.

Segundo o presidente do Sindicato dos Trabalhadores do Comércio de Criciúma e Região, Gelson Gonçalves, a decisão foi a mais difícil até hoje. “Estamos em um momento até então não vivido. Nunca havíamos virado um ano sem fechar a convenção. Essa foi a primeira vez. Tivemos a implantação da reforma trabalhista, o decreto federal que trata do pagamento em feriados, e tudo isso dificultou a negociação. Queríamos mais para o comerciário e para a comerciária, mas infelizmente não conseguimos tudo o que esperávamos”, avalia o presidente.

Sindilojas emite nota

O Sindicato do Comércio Varejista e Atacadista de Criciúma (Sindilojas), por sua vez, emitiu nota na tarde desta quarta-feira, 28, comunicando que até a presente data a Convenção Coletiva de Trabalho com vigência de 1º. de maio de 2017 até 30 de abril de 2018, embora tenha sido divulgada que foi celebrada, ainda não foi assinada, estando em face de apreciação da minuta para ser firmada. “E tão logo seja assinada a Convenção Coletiva de Trabalho com vigência de 1º.5.2017 a 30.4.2018 faremos a devida divulgação”, frisa.
Assim, as empresas, caso queiram proceder à antecipação salarial, deverão lançar em folha de pagamento de seus colaboradores como antecipação salarial.
No que tange à contribuição sindical, em que pese os editais publicados pela categoria profissional, é recomendável que cada empresa consulte o seu advogado, evitando dissabores futuros em face do que lecionam os artigos 462 e 545 da CLT.

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Em: Criciúma

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