Administração Municipal de Criciúma fará cortes na Afasc

Necessidade é de reduzir de R$ 9 milhões a R$ 12 milhões nos custos

Foto: Francis Leny/DN

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Bruna Borges
 
Criciúma
 
Depois de reduzir de 400 para 247 os cargos comissionados da Prefeitura de Criciúma, a atual Administração Municipal, do prefeito Clésio Salvaro (PSDB), estuda agora redução de custos na Associação Feminina de Assistência Social de Criciúma (Afasc). Conforme o secretário da Fazenda, Robson Gotuzzo, a Administração tem feito muito esforço para enxugar a máquina pública, promovendo economia a fim de atravessar o momento difícil nas finanças, que deve passar apenas em 2018. “Foram destinados, só em 2016, R$ 43 milhões para a Afasc. Precisamos reduzir de R$ 9 milhões a R$ 12 milhões”, estima Gotuzzo.
Ainda não se tem levantado o número das possíveis demissões ou que outras medidas serão efetuadas para o corte de custos. Atualmente, a Afasc conta com 1,4 mil funcionários.
Até o final de 2016, a Prefeitura tinha, entre comissionados e efetivos, 4,5 mil servidores no total.
 
Precatórios
 
Outro problema que impacta as contas do Município são os precatórios, dívidas referentes a ações judiciais movidas contra o Poder Público. Criciúma tinha o total de R$ 140 milhões. Segundo Gotuzzo, a Prefeitura conseguiu suspender R$ 70 milhões referente às Centrais Elétricas de Santa Catarina (Celesc). Dos R$ 70 milhões restantes, R$ 6 milhões estão em atraso do ano passado e a Administração está buscando com o Tribunal de Justiça (TJ) para que haja mais prazo para pagar, a fim de que não prejudique o compromisso com a folha dos servidores.
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